


O procurador e coordenador da Lava Jato, Deltan Dallagnol, comunicou que não comparecerá a convite da Câmara Federal nesta terça-feira (9), para responder questionamentos dos parlamentares sobre a VAZA JATO.
As criticas a Deltan nas redes sociais foram imediatas, o deputado federal Marcio Jerry (PCdoB-MA), chamou de cínica a justificativa feita pelo procurador.

No ofício enviada à Câmara Federal Deltan Dallagnol disse que suas ações estão sujeitas à apreciação do Poder Judiciário. Em outras palavras, que não está obrigado a dá satisfação sobre as denuncias ao Poder Legislativo.


Desgastado pelas denuncias do The Intercept Brasil em parcerias com outros órgãos de imprensa, Sérgio Moro vai se licenciar do Ministério da Justiça na próxima segunda-feira (15).
Convidado para compor a equipe de Bolsonaro antes do segundo turno das eleições presidências de 2018, quando ainda era o juiz responsável em julgar os casos da Lava Jato, passou recentemente sofrer sérias denuncias de que teria atuado com parcialidade e motivação política.
O período de afastamento de Moro será de 15 a 19 deste mês de julho, segundo o Ministério da Justiça. A informação está publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira(8), mas ão apresenta detalhes sobre os motivos.
Coincidentemente a solicitação da licença de Moro ocorre paralelamente a divulgação do site de extrema-direita O Antagonista, porta voz do governo Bolsonaro e da Lava Jato, sobre prisões que deverão ser realizadas pela Polícia Federal, relacionadas a obtenção das mensagens divulgadas pelo Intercept.
A PF integra a estrutura do Ministério da Justiça comandado por Sérgio Moro.

O Brasil está estarrecido com a recente publicação de um dos mais importantes jornais deste país, a Folha de S.Paulo, denunciando a prática de crime de violação de sigilo funcional previsto no artigo 325 do Código Penal.
Pelo que se constata desse extraordinário furo de reportagem estamos diante de um verdadeiro caso de Impeachment do Ministro da Justiça, divulgado pelo presidente da República, Jair Bolsonaro e, pasmem, confirmado pelo próprio Ministério de Justiça, comandado pelo outrora todo poderoso chefe da força-tarefa da “lava jato”, o ex-juiz Sergio Moro.

(Do Correio Brasiliense)
Após o presidente Jair Bolsonaro dizer que trabalhou desde os “9, 10 anos”, internautas recuperaram uma entrevista com a família do então deputado federal, em março de 2015, na qual um dos irmãos de Bolsonaro nega que qualquer um deles tenha trabalhado quando criança.
A reportagem, da revista Crescer, ouviu a mãe de Bolsonaro, Olinda Bolsonaro, e um dos irmãos, Renato Bolsonaro, que, em determinado momento fala da relação dele e dos irmãos com o pai.
“Meu pai tinha o estilão dele, boêmio. Mas nunca deixou um filho trabalhar, porque achava que o filho tinha que estudar”, disse.
O relato de Renato vai de encontro com o de Bolsonaro na última quinta-feira (4/7). Em mais uma de suas transmissões ao vivo pelo Facebook, Bolsonaro sugeriu que era a favor do trabalho infantil. “Trabalho dignifica o homem, a mulher, não interessa a idade”, disse.
A entrevista voltou à tona pelo Twitter. Muitos internautas comentaram a entrevista.





O Presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia (DEM-RJ), declarou nesta sexta-feira (5), em entrevista à Rádio Jovem Pan, ser a favor da publicação das mensagens de posse do The Intercept Brasi, sobre conversas do ex-juiz Sérgio Moro e os membros da Lava Jato.
— Quando é para beneficiar um lado, é bacana, mas quando é para beneficiar o outro lado, aí não pode? Um vazamento de um documento sigiloso que foi entregue por um agente público a um jornalista é pior do que um hacker vazar uma informação? — declarou Rodrigo Maia.

O deputado federal Edilázio Júnior (PSD), não terá a semana que esperava. Apostou em duas agendas para causar desgaste político ao governo Flávio Dino, mas não deu certo. Provavelmente foi essa a razão para o deputado está tão nervoso e dando piti ontem quinta-feira (4), durante visita ao Porto do Itaqui.
Na primeira agenda ocorrida em Brasília, na Comissão de Segurança da Câmara Federal, terça-feira (2), com o ex-delegado Thiago Bardal e o delegado licenciado Ney Anderson sobre denúncias de suposta ‘espionagem’ realizada pelo Secretário de Segurança do Estado, Jefferson Portela, ficou no que todos já sabem, mas sem provas e resultado prático.
A segunda, a visita técnica ao Porto do Itaqui, solicitada pelo próprio Edilázio, ocorrida ontem e que contou com participação da Comissão de Fiscalização Financeira da Câmara, CGU, TCU, deputados estaduais e Secretários de Estado para esclarecer denúncias de irregularidades na utilização dos lucros do Porto, o destaque foi o destempero e chiliques do deputado de oposição ao governo do Estado.
(Com Informações do Marrapá)

Com base na matéria publicada nesta sexta-feira (5), pela revista Veja que traz diálogos inéditos envolvendo o ex-juiz Sérgio Moro, Deltan Dallagnol e membros da Lava Jato, o ex-juiz federal e governador do Maranhão, Flávio Dino, voltou a criticar Moro e a operação Lava Jato.
Para Dino, é muito grave o que foi publicado sobre a Lava Jato. O processo não só transcorreu de forma parcial, mas não teve juiz ‘é mais grave do que desequilibrar a balança, ela simplesmente não existia’, disse o governador do Maranhão.
