Luciano Leitoa cobra responsabilidade dos vereadores com o povo de Timom

 

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Luciano Leitoa (Prefeito de Timom)/Foto: Reprodução

A Câmara Municipal da cidade de Timom ainda não aprovou a Lei Orçamentária do Município para o exercício 2019. O motivo é a disputa política entre o governo e oposição que se acirrou desde o resultado da eleição da Mesa Diretora ocorrido na semana passada.

A demora na definição da medida poderá trazer sérios problemas ao município.

Para explicar a gravidade da situação e fazer um apelo aos vereadores para votarem e aprovarem o orçamento, o prefeito Luciano leitoa (PSB), reuniu sua equipe de governo e através de um vídeo postado nesta terça-feira (8), na sua conta no facebook explicou as consequências da não votação e aprovação da Peça Orçamentaria, que poderá causar sérios prejuízos na prestações de serviços à população, inclusive no pagamento dos servidores públicos municipais.

Diálogos Capitais será retomado em 2019 pela capital do Maranhão

 

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Foto: Reprodução

O debate sobre a importância dos bancos públicos será realizado em São Luís na próxima segunda-feira, 14 de janeiro. O presidente da Fenae, Jair Pedro Ferreira, e o governador Flávio Dino estão entre os participantes

Após passar por São Paulo (SP), Belo Horizonte (MG), Teresina (PI), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA) e Natal (RN) ano passado, a série “Diálogos Capitais, será retomado em 2019 pelo Maranhão.

O evento será realizado em São Luís (MA), a partir das 18h30 da próxima segunda-feira (14), no Convento das Mercês, Auditório Pe. Antonio Vieira. Com entrada franca, o tema será “Bancos públicos sob ataque: desafios, riscos e perspectivas”. O evento é promovido pela Fenae, em parceria com a revista CartaCapital.

Entre os participantes já confirmados estão o presidente da Fenae, Jair Pedro Ferreira, o governador reeleito do Maranhão, Flávio Dino, e o economista Luiz Gonzaga Belluzzo, Professor Doutor em Desenvolvimento Econômico pela Unicamp.

Eles e os demais convidados vão tratar das privatizações prometidas pelo governo Bolsonaro e o futuro dos bancos públicos, que têm papel determinante no desenvolvimento do país. O debate também será transmitido ao vivo nos perfis da Fenae e da CartaCapital no Facebook.

(Informações Fenae)

‘Engatilhado’ posse de arma pode ser ‘disparado’ na próxima semana

 

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Foto: Reprodução

O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, afirmou nesta terça-feira (8), após a reunião ministerial com Jair Bolsonaro, que o decreto presidencial que autoriza a posse de armas de fogo deve sair na próxima semana.

“O presidente Bolsonaro tem pressa porque é um compromisso dele, palavra dada é palavra cumprida”, explicou. O ministro alegou ainda que a população tem direito à legítima defesa, o que, na opinião dele, será garantido pelo armamento.

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Na noite de ontem, segunda-feira  (7), o presidente  se reuniu com membros da bancada da bala, da qual fazia parte, para discutirem sobre o decreto. No deverá deve conter a anistia de armas irregulares no país e a ampliação do registro de posse de três pra dez anos.O documento também deve estabelecer que o delegado de Polícia Federal não será mais o responsável por negar ou aprovar a posse, como ocorre atualmente.

“Na legislação diz que você tem que comprovar efetiva necessidade. Conversando com o Sergio Moro, estamos definindo o que é efetiva necessidade. Isso sai em janeiro, com certeza”, destacou Bolsonaro.

Agora tem ‘Feira Livre no Golden Shopping Calhau’ toda terça-feira

 

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Prefeito Edivaldo Holanda Jr. e o Secretario Nonato Chocolate (Semapa)/Foto: Reprodução

Lançado em dezembro do ano passado, o projeto ‘Feira Livre no Shopping’ acontecerá nesta terça-feira (8),  no Golden Shopping Calhau, e ficará sendo realizada toda semana sempre às terças-feiras, a partir das 17h, no estacionamento externo.

Além dos produtos agrícolas e tipicos do Maranhão que serão comercializados na feira, na parte cultural haverá apresentações de Chorinhos e Forro Xeleléu (Pé de Serra).

O projeto é realizado pela Prefeitura de São Luís, através da Secretaria Municipal de Agricultura, Pesca e Abastecimento (Semapa) em parceria com Sebrae e iniciativa privada e tem objetivo de alavancar, agregar, inovar e gerar benéficos econômicos, sociais e culturais aos frequentadores desse novo espaço de comercialização de produtos hortifrutigranjeiro e cultural na capital.

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Estacionamento externo do Golden Shopping Calhau, local de realização da Feirinha Livre

Segundo o secretário Nonato Chocolate, a partir de janeiro de 2019, a feira deverá acontecer regularmente uma vez por semana nos shoppings. A experiencia da feira foi realizado experimentalmente nos Shoppings da Ilha e Rio Anil e obteve boa receptividade.

Para Flávio Dino, o presidente Bolsonaro tem espécie de amor pela guerra

 

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Flávio Dino (Governador do Maranhão)/Foto: Albani Ramos

Folha de São Paulo – Empossado para mais quatro anos como governador Maranhão, Flávio Dino (PC do  B) prevê um ciclo de baixo crescimento econômico e dificuldades para os estados.

À frente de um dos estados mais pobre do país, diz que buscará uma relação institucional respeitosa com o presidente Jair Bolsonaro, mesmo lhe fazendo oposição.

Por outro lado, critica a “lógica de confrontos eternos” de Bolsonaro e seus ministros: “É como se fosse um amor pela guerra”.

O senhor assume para um segundo mandato enfrentando um cenário econômico ainda mais complexo do que em 2015. Será um ciclo de maior dificuldade?

Acho que teremos um crescimento econômico baixo, mas a gente consegue atravessar 2019. Conseguimos terminar o primeiro mandato com o salário dos servidores em dia e com as dívidas com os bancos sendo pagas normalmente. Temos algum atraso com fornecedores, mas nada alarmante. De qualquer forma, desde novembro estamos fazendo um ajuste nas despesas, com renegociação de contratos em várias áreas.

Sendo um governador de um partido de oposição ao presidente, como pretende conseguir repasses voluntários do governo federal? 

Não faço planejamento contando com novos recursos federais. Não está na minha contabilidade. Se aparecer [o recurso], ótimo. O que espero do governo federal é que ele faça sua parte, garantindo estabilidade e crescimento da economia.

Mas o senhor buscará pontes com o presidente? 

Nosso desejo é que a relação com o novo governo se dê normalmente como aconteceu como Michel Temer. Fui oposição a Temer, mas tivemos uma relação institucional absolutamente normal. Eu não vou renunciar a nenhuma das minhas posições e o presidente não vai renunciar às dele. Mas espero que tenhamos uma relação em termos respeitosos e não em uma lógica de confrontos eternos.

Como avalia as primeiras medidas do presidente Bolsonaro? 

Esses primeiros dias já mostram um traço muito preocupante do presidente e de seus ministros que é o de criar conflitos, como se fosse um amor pela guerra. Isso é ruim, pode criar uma espiral negativa que contamina o ambiente político. Por exemplo, o presidente atendeu ao pedido do Ceará de envio Força Nacional, mas fez criando conflito. Criticou o governador [Camilo Santana, do PT], dizendo que ele é radical. Achei muito estranho, esquisito. Ele trata o envio da Força Nacional como se fosse um favor. Não é um favor, é um dever, uma obrigação. São os estados que mantêm a Força Nacional.

Como vê as declarações do presidente de combater o socialismo e o comunismo? 

Ninguém é obrigado a concordar com a ideologia alheia, mas tem que conviver. A Constituição garante o pluralismo político. Não cabe a nenhum ator político fazer expurgos e eliminar os diferentes. Fico em dúvida se o governo tem uma concepção ideológica de eliminar os adversários ou se isso é uma mera distração. Na ausência de uma agenda mais substantiva, com início, meio e fim, se recorre a esses expedientes como discutir cor de roupa ou demitir funcionário porque escreveu ‘Marielle vive’. O Brasil não está acostumado a ver isso em um governo. Espero que seja uma coisa de início e que depois ele mude.

O governo do Maranhão publicou um decreto do Escola sem Censura, uma espécie de contraponto ao Escola sem Partido. Vê eficácia em medidas como esta? 

O nosso decreto é para dar segurança jurídica. É simplesmente o cumprimento da Constituição, que prevê a liberdade de cátedra. Já o Escola sem Partido é o nome fantasia para escola com censura, escola que quer constranger professores e estudantes a se enquadrarem em um manual ditado de cima para baixo. É retroceder 300 anos e voltar para o período pré-iluminista.

Como vê o futuro da esquerda no Brasil, agora na oposição? 

A união é um valor necessário. E temos que ir ao ponto substantivo: ter uma posição firme em defesa dos direitos dos mais pobres. Defender os direitos dos trabalhadores, índios, mulheres, crianças, todos que estão no alvo de políticas do novo governo. A gente não cair num desejo aparente de certas figuras do governo de ficar batendo boca pura e simplesmente.

O senhor fala em união, mas o PC do B ensaia um bloco parlamentar com PSB e PDT, mas sem o PT. Não é um contrassenso?

Este bloco não é uma novidade. Já o fizemos em 2007, quando eu era deputado federal, e funcionou muito bem. Isso não elimina o diálogo, já que não será um bloco contra o PT. Ninguém do nosso campo pode ser contra o maior partido da oposição e o maior líder popular da história desse país. Mas temos a nossa identidade, nossas nuances, nossa história e é normal que neste período nós reforçarmos isso. Não significa hostilizar o outro.

Antes da eleição, em maio, o senhor defendeu Ciro Gomes como candidato das esquerdas em um cenário sem Lula. Olhando para trás, acha que foi um erro apostar em Fernando Haddad? 

Naquele momento [maio de 2018] defendi o Ciro, mas poderia ser o Haddad. O que lamento mesmo foi não ter sido feita uma união mais ampla já no primeiro turno. O resultado mostrou que, com uma união mais ampla no primeiro turno, chegaríamos ao segundo turno em um patamar maior. Haddad cresceu quando houve essa união, uma articulação ampla com professores, intelectuais, sindicalistas. A sociedade se uniu.

Há um candidato natural para 2022? 

É muito cedo para discutir isso. Temos que saber qual o futuro de Lula, como Ciro vai se comportar, se Haddad vai manter a liderança que conquistou com a eleição. Vamos esperar o curso do processo político. Tenho certeza que sentimento da sociedade será transformado. O governo que assumiu, infelizmente, vai cometer muitos erros.

Eleição: Rodrigo Maia se reúne com deputados maranhenses em São Luís

 

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Deputados maranhenses reunidos com Rodrigo Maia (Presidente da Câmara dos Deputados)/Foto: Reprodução

Parte da bancada maranhense em Brasília se reuniu nesta segunda-feira (7), com o deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), candidato à reeleição para Presidência da Câmara Federal.

Participaram os deputados federais reeleitos Juscelino Resende(DEM) e Rubens Pereira Jr.(PCdoB), e o senador eleito Weverton Rocha(PDT), além dos eleitos para o primeiro mandato Marcio Jerry (PCdoB), Bira do Pindaré (PSB), Pedro Lucas Fernandes, Eduardo Braid (PNM) e Edilazio Júnior (PSD).

O almoço que reuniu os parlamentares com o Presidente da Câmara, Rodrigo Maia, teve como prato principal a eleição da Mesa Diretora da Câmara dos Deputados. O deputado eleito Marcio Jerry definiu nas redes sócias a reunião como ótima.

“Participei hoje de almoço oferecido pelo presidente estadual do DEM, deputado Juscelino Filho, ao presidente da Câmara dos Deputados e candidato à reeleição, Rodrigo Maia. Uma ótima conversa sobre a eleição da Mesa da Câmara.”, Marcio Jerry.

Os deputados eleitos para a 56ª legislatura da Câmara dos Deputados serão empossados no dia 1º de fevereiro de 2019, sexta-feira, às 10h, em sessão no Plenário Ulysses Guimarães. A eleição para Mesa Diretora da Câmara acontece em seguida.

Preso PM suspeito de participação em ‘chacina’ na Zona Rural de SL

 

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Jovens mortos Joanderson da Silva Diniz, 17 anos; Gustavo Feitosa Monroe, 18 e Gildean Castro Silva, 14 anos/Foto: G1 MA

O policial militar identificado como Hamilton Cairos Linhares, lotado no COI (Centro de Operações Especias da PM), foi preso temporariamente nesta segunda-feira (7), por suspeita de envolvimento na morte dos três jovens na comunidade Mato Groso/Coquilho, zona rural de São Luís. Ele está recolhido no Comando Geral da PM, no Calhau.

O caso está sendo investigado pela Superintendência de Homicídios e Proteção a Pessoa (SHPP). Além de Hamilton Caires preso temporariamente por 30 dias, outros quatro PMs e um Agente Penitenciário estão sendo investigados por suspeitas no triplo homicídio. De acordo com as investigações, os jovens teriam ainda sido perseguidos dentro da área de construção das casas do Programa Minha Casa Minha Vida.

O crime aconteceu na última quinta-feira (3), e teve como vítimas Joanderson da Silva Diniz, 17 anos; Gustavo Feitosa Monroe, 18 e Gildean Castro Silva, 14 anos. Segundo a polícia os crimes tem fortes indícios de execução e os jovens também teriam sido torturados.

O Secretário de Segurança Pública, Jefferson Portela, esteve no último sábado (5), reunido com moradores das comunidades Mato Grosso e Coquilho, onde ouviu os reclames sobre o crime e informou sobre o andamento das investigações.

De acordo com a policia, testemunhas informaram que o policial Hamilton Linhares, seria muito conhecido na área e teria sido visto circulando na região no dia do crime. Com base em vários depoimento a polícia pediu ainda no domingo (6), a prisão temporária do militar.

Ô loco meu! A qual ‘imbecil’ Faustão se referio?

 

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Faustão/Foto: Reprodução

A quem o apresentador Fausto Silva, da TV Globo, se referia quando disse a seguinte frase em seu programa nesse domingo:

“O imbecil que ‘tá’ lá e não devia ‘tá’, pode ser até honesto, mas é um idiota que ‘tá’ ferrando todo mundo. Você paga imposto, e o que recebe? Vamos ver se estes novos ares vão mudar. Vamos ver. Tem de rezar para dar certo, não adianta rezar para dar errado”?

Como ele não citou nomes, a dúvida levou o nome de Faustão ao topo dos assuntos mais comentados do Twitter na noite de ontem. Os usuários se dividiram. Parte entendeu que o apresentador se referia ao presidente Jair Bolsonaro; outros disseram que ele falava do ex-presidente Michel Temer.

O programa foi gravado em novembro, mas àquela altura já se sabia que Bolsonaro seria o presidente quando o quadro fosse ao ar. Também houve a interpretação de que Faustão transmitia um recado duro da TV Globo, alvo de ataques da família Bolsonaro, ao novo presidente.

O apresentador disparou em meio ao comentário da atriz Sophie Charlotte que defendeu a valorização do Carnaval e da Amazônia no país. Faustão fez a seguinte introdução antes de citar “o imbecil que ‘tá’ lá e não devia ‘tá’”:

“O que acontece: o brasileiro, na hora do Carnaval, na hora da Seleção, é um povo que tem união, solidariedade e uma integração. Por que isso não acontece nas coisas sérias? Lutar por educação, por saúde pública, contra a corrupção, contra a incompetência, que é uma forma de corrupção?”.

(Do Congresso em Foco)