O presidente Bolsonaro nesta, quarta-feira, dia 27, durante entrevista a uma rádio com transmissão na internet, no intervalo comercial, mas com as imagens online no ar, ele fala da tarifa de pedágios, e explica como se recebe propina sem ninguém saber.
“.. O pedágio de moto no Paraná é R$ 9. Agora, o que eu apanho por causa disso… Pra mim é fácil… ‘Manda um sapato número 43 pra mim, meu número aqui, tá? Um beijo! Pronto, resolveu! Chega o sapato número 43 cheio de notinha de R$ 100 verdinha dentro..”, disse Bolsonaro.
Eis que no intervalo de uma entrevista, Bolsonaro fala que muita gente recebe propina em caixa de sapato e ameaça contar qual o “valor” de uma nomeação para o STF.
Um dia após Ciro Gomes (PDT), atacar a ex-presidente Dilma Roussef, durante entrevista à Rádio Grande FM, de Dourados (MS), nesta quinta-feira (14), Lula defendeu o governo da sua aliada.
“.. A gente não pode esquecer que a Dilma sofreu um golpe. Construíram uma mentira chamada pedaladas. E com essa mentira se construiu uma maioria, que hoje governa o país, para afastar a Dilma dizendo que o PT quebrou o Brasil e o Brasil hoje está infinitamente pior (..) Estou convencido que a Dilma fez um bom governo. E a Dilma foi a pessoa mais queimada e assaltada do poder. Aquela famosa ‘ponte para o futuro’ foi um mentira e estamos esperando a ponte para o futuro, porque não tem nenhuma ponte. Tem um abismo”, ressaltou, após lembrar o índice de desemprego histórico (..) O governo da Dilma fez coisas extraordinárias. Houve um desajuste em 2014 quando se adotou uma política de desoneração, na minha opinião exagerada, e depois ela tentou corrigir e já tinha uma figura chamada Eduardo Cunha na Câmara, que diferentemente do papel que o Temer fez para o Fernando Henrique Cardoso em 99, que ajudou a fazer as mudanças no Congresso para poder ajudar a governabilidade, o Eduardo Cunha passou a estabelecer pautas-bombas para que a Dilma tivesse dificuldade de governar. É isso que aconteceu..”, disse Lula.
O ex-presidente Lula (PT), concedeu entrevista à Radio Bandeirantes, na manhã desta terça-feira, dia 13, falou sobre a crise em Cuba, privatização da Eletrobras, relação entre os poderes, candidatura a presidente e perfil do seu vice, entre outros temas.
Questionado sobre o perfil de um companheiro de chapa nas eleições 2022 para presidência da república, Lula disse que seu vice não poderá ser alguém antagônico político.
“..Se decidir ser candidato, primeiro o vice terá que ter afinidade política comigo, eu não posso chamar um antagônico. Preciso de uma pessoa que pense economia comigo, alguém com uma visão social parecida com a minha, tem que conhecer o povo pobre do país. Quando tomei posse em 2003, a primeira coisa que fiz foi botar os mistros num avião e visitar as regiões mais pobres do Brasil (..) Que seja de outro segmento qualquer, mas que tenha cabeça voltada para a questão social..”, disse Lula.
O governador Flávio Dino (PCdoB), disse ao site Metrópoles, que ingressou com uma ação STF, para que os estados possam comprar vacinas contra Covid-19 direto dos fabricantes.
A medida judicial solicita, ainda, que as aquisições não dependam da validação dos imunizantes pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).
“Estamos entrando com uma ação judicial para que o Supremo autorize, independentemente da Anvisa, que o estado possa comprar diretamente, desde que haja validação de uma das quatro principais agências de vigilância sanitária do mundo. Ou seja, das agências dos Estados Unidos, da União Europeia, da China e do Japão”, informou Flávio Dino.
Flávio Dino também falou sobre as Eleições 2022, Frente Ampla e possibilidade de enfrentar Jair Bolsonaro nas urnas, mas ressaltou que isso não pode ser um desejo e projeto apenas seu.
“..uma candidatura em nível nacional depende de um projeto coletivo forte..”, ponderou Dino.
Durante um debate on-line feito pela revista IstoÉ e pelo Instituto Brasiliense de Direito Público, o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF) apontou fortes críticas a falta de um novo ministro na pasta da Saúde. Segundo Mendes, a atual ocupação interina feita por um militar não condiz com os requisitos técnicos do cargo.
“Não podemos mais tolerar essa situação que se passa no Ministério da Saúde. Não é aceitável que se tenha esse vazio. Pode até se dizer: a estratégia é tirar o protagonismo do governo federal, é atribuir a responsabilidade a estados e municípios. Se for essa a intenção é preciso se fazer alguma coisa. Isso é péssimo para a imagem das Forças Armadas. É preciso dizer isso de maneira muito clara: o Exército está se associando a esse genocídio, não é razoável. É preciso pôr fim a isso”, pontuou.
Entrevistado do Programa Roda Viva da TV Cultura, desta segunda-feira (15), o ministro do STF, Roberto Barros, presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Questionado sobre se a Justiça terá peito para cassar a Chapa Bolsonaro/Mourão, considerando as ameaças de ruptura democrática, o ministro disse ‘.. não posso fazer de conta que não está acontecendo alguma coisa,.. Mas, não acho que se possa dizer que as Forças Armadas estão no governo.”
“Nada disso aconteceu no governo FHC, Lula, Dilma, Temer. Portanto, não vou fazer de conta que não está acontecendo alguma coisa. Mas temos que colocar a questão em perspectiva. Não acho que se possa dizer que as Forças Armadas estão no governo." @LRobertoBarroso, no #RodaViva. pic.twitter.com/BBTpUD3vhS
O governador do Maranhão, Flávio Dino, durante entrevista à CNN Brasil nesta terça-feira (9), falaou sobres ações de enfretamento ao Covid-19 no estado e do governo Bolsonaro. Também participou o governador de Alagoas, Renan Filho.
Entre os temas o pagamento e importância da Renda Básica de R$ 600, que o governo federal no início da crise sanitária resistiu em apresentar e quando fez ofereceu R$ 200 e Congresso ampliou para em R$ 600.
Hoje na CNN expliquei a minha opinião sobre a prorrogação da Renda Básica de R$ 600,00, inclusive indicando possível fonte de custeio desse importante direito social pic.twitter.com/jU2o3wzrVk
Deputado Federal, Márcio Jerry. vice-líder do PCdoB na Câmara/Foto: Reprodução
O deputado Marcio Jerry, vice-líder do PCdoB na Câmara Federal, deu entrada nesta terça-feira (2), a uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição) apelidada pelo parlamentar de “PEC antigolpe”.
O objetivo é tornar “explícita” a proibição da participação das Forças Armadas em quaisquer tentativas de limitar um poder sobre o outro.
O governador do Maranhão, Flávio Dino, elogiou a “PEC Antigolpe” protocolada na Câmara, por Márcio Jerry.
“De alta importância a PEC Antigolpe que o deputado Márcio Jerry apresentou. Objetivo é eliminar de vez esse absurdo debate sobre o artigo 142 da Constituição como elemento de legitimação de “intervenção militar”, destacou Dino no twitter.
A iniciativa de Márcio Jerry foi motivada e em resposta a declacração do procurador-geral da República, Augusto Aras, no program Conversa com Bial da TV Globo, onde afirmou com base no artigo 142, que as Forças Armadas pode adotar “ação efetiva de qualquer natureza”, em caso de um poder invadir competência do outro.
Defesa da democracia é tarefa inadiável, urgente. Eles ensaiam golpes, propõem ilegalidades; nos armamos com a Constituição para defender a Pátria, defender nosso povo e a democracia! pic.twitter.com/9qXOXY00lZ
O deputado sugere acrescentar um termo que assegure que a requisição do artigo 142 não possa ferir as cláusulas previstas no artigo 60 da Constituição Federal.
“É vedada qualquer requisição de missão de garantia dos poderes constitucionais ou de Operação de Garantia da Lei e da Ordem, por iniciativa de quaisquer dos poderes constitucionais, que possa de algum modo suprimir ou mesmo limitar as cláusulas previstas no art. 60, § 4º”, diz trecho do documento.