A Policia Federal deflagrou nesta terça-feira (15/10), nas cidades de São Luís/MA, Imperatriz/MA e Codó/MA, a Operação INTRAMUROS, com a finalidade de reprimir organização criminosa especializada em tráfico de drogas e armas no estado do Maranhão.
Cerca de 150 policiais federais deram cumprimento a 32 mandados de prisão preventiva e 32 mandados de busca e apreensão, todas expedidas pela 1.ª Vara Criminal de São Luís/MA.
As investigações identificaram a atuação de facções criminosas no Estado do Maranhão. O grupo criminoso era dividido de forma estruturada e piramidal e possuía um setor responsável por planejar e realizar tráficos de drogas, armas e outros crimes no estado. Foram identificadas também as principais lideranças da organização criminosa no Maranhão e em outros estados.
Os investigados serão indiciados pelos crimes de tráfico de drogas, porte ilegal de armas e organização criminosa, previsto no artigo 33 da Lei 11.343/2006, artigos 14 e 16 da Lei n° 10.826/03 e o Artigo 2º da Lei nº 12.850/2013.
A operação foi denominada INTRAMUROS em razão da constatação algumas lideranças comandarem as práticas de criminosas do interior dos presídios.
Policia Civil e GAECO fazem operação em São Luis, Aldeias Altas e Caxias/Foto: Foto: Reprodução
Operação realizada na manhã desta terça-feira (16), envolvendo o Ministério Público e a Polícia Civil no Maranhão, cumpriu mandados de prisões, buscas e apreensões, em Aldeias Altas, Caxias e São Luís.
Em Aldeias Altas oram presos Antônio José de Sousa Paiva (secretário Municipal de Infraestrutura de Aldeias Altas) e Jaime Neres dos Santos (presidente da Comissão Permanente de Licitação de Aldeias Altas) por subtração de documentos. Este também foi autuado por posse ilegal de arma.
Estão em aberto estão as prisões temporárias de Melissa Lima Barroso, Paulo Roberto Feitosa Wanderley, Paulo Valério Mendonça (empresário) e George Luis Damasceno Borralho, que podem ser considerados foragidos, caso não se apresentarem espontaneamente.
A ação atendeu pedido da 1ª Promotoria de Justiça da Comarca de Caxias, que apura possíveis irregularidades na contratação da empresa M L Barroso Moura – ME para a realização de serviços de limpeza urbana na cidade de Aldeias Altas no ano de 2017, cujo contrato foi aditivado nos anos de 2018 e 2019.
De acordo com a investigação, o procedimento licitatório foi superfaturado, bem como foram identificados indícios de associação criminosa com o objetivo de fraudar a licitação, envolvendo tanto a empresa vencedora do certame como também uma das perdedoras, a Impacto Construção Civil Ltda., cujo responsável legal, Paulo Valério Mendonça, recebeu mais de R$ 1 milhão da empresa M L Barroso Moura – ME.
Além disso, foi constatado que a empresa investigada também fez transferências bancárias para familiares do secretário Municipal de Infraestrutura, Antônio José Sousa Paiva, e do presidente da Comissão Permanente de Licitação, Jaime Neres dos Santos.
Localizado a 399 km de São Luís, o município de Aldeias Altas é termo judiciário de Caxias.
A programação cultural da virada de ano, em São Luís, que começa nesta quinta-feira (27) e segue até o dia 1° de janeiro terá várias atrações como show de Zeca Baleiro e Raça Negra. Para garantir a tranquilidade e segurança de quem for curtir o evento, a Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP) executará a Operação Réveillon Feliz, um plano de ações com o envolvimento conjunto das forças policiais.
Serão mais de dois mil policiais na operação, destes, aproximadamente 600 distribuídos ao longo da orla marítima, com maior concentração na Avenida Litorânea – circuito que concentra maior número de atrações.
O policiamento será intensificado e terá a cobertura direta do Batalhão de Polícia Militar de Turismo (BPTur) e dos Comandos de Policiamento Metropolitana (CPAM) das Áreas I, II e III, cobrindo os bairros da Região Metropolitana de São Luís incluindo a capital, São José de Ribamar, Paço do Lumiar e Raposa. Os plantões de delegacia estarão funcionando para o atendimento das ocorrências durante o feriado e nos demais dias as delegacias funcionam normalmente.
O efetivo estará na orla marítima, nas praias da Avenida Litorânea, Araçagi, Panaquatira e do Meio. O policiamento contemplará, ainda, o Centro Histórico (praças Pedro II, Nauro Machado e do Reggae), Forte Santo Antônio (Espigão na Ponta d’Areia) e Ceprama.
Nas praias, a cavalaria percorrerá dunas e áreas de difícil acesso.A maior parte do policiamento estará concentrada na orla marítima, por conta das atrações na Avenida Litorânea. Na orla marítima, toda a extensão terá guarnições mobilizadas para a segurança dos presentes. O Comando Tático Aéreo (CTA) estará disponível com rondas aéreas enquanto o patrulhamento terrestre seguirá a pé, em quadriciclos e nas viaturas.
O Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão (CBMMA) reforçará o trabalho com grupamento específico com viaturas de incêndio, ambulâncias e na contenção de ocorrências. Além de participar da ação integrada com a Polícia Civil no atendimento e registro de casos nas delegacias de plantão.
O planejamento da Segurança Pública é elaborado junto aos comandos militares, sob a coordenação do Comando Geral de Polícia Militar, apoio da Polícia Civil, Corpo de Bombeiros e acompanhamento da Secretaria de Estado da Cultura e Turismo (Sectur), que organiza a programação do evento. E ainda, parceria com a Prefeitura de São Luís na condução do trânsito e fiscalização do comércio informal.
Operação fora do circuito
Durante o período de festas, a Polícia Militar intensificará a segurança e ações de rotina nos bairros da Grande Ilha. As rondas em viaturas e motos cobrem toda a Região Metropolitana de São Luís, em todos os seis dias de programação. O patrulhamento será realizado, também, em vans para cobrir bairros com maior histórico de ocorrências. Complementando o esquema de segurança, equipes da Prefeitura de São Luís – Blitz Urbana, Guarda Municipal e a Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (SMTT) – reforçam o planejamento.
A Polícia Federal em Minias Gerais fez buscas nesta sexta-feira (21), no escritório de Zanone Manuel de OLiveira, advogado de Adélio Bispo de Oliveira que deu da facada em Bolsonaro, durante a campanha eleitoral. Os homens de preto querem saber quem está pagando a defesa de Adélio.
Os advogados têm mantido essa informação sob sigilo, e nem cogitam dizer, o que aguça mais a curiosidade dos investigadores. Adélio Bispo é investigado pelo atentado, após ser denunciado na Lei de Segurança Nacional.
A polícia quer descobrir se Adélio tem ligações com outras pessoas e grupos que podem ter encomendado ou ajudado no ataque. A polícia investiga e-mails, dados telefônicos e conversas do acusado nos últimos cinco anos. Por enquanto o entendimento que se tem é que ele agiu só.
Agentes da Polícia Federal fazem, na manhã desta quinta-feira (20), buscas em três endereços ligados à família do senador e deputado eleito Aécio Neves (PSDB-MG), em Belo Horizonte. A ação, autorizada pelo ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), tem como objetivo, segundo a PF, coletar elementos que possam indicar envolvimento do parlamentar com os crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
Um dos endereços vasculhados é o apartamento onde mora a mãe do senador, localizado em área nobre da capital mineira. Também é alvo da PF a residência de Frederico Pacheco, primo do senador que foi preso em 2017, acusado de intermediar, a pedido de Aécio, o recebimento de dinheiro do grupo J&F.
Essa é a segunda ação da PF contra Aécio em dez dias. No último dia 11, foram cumpridos mandados de busca e apreensão em imóveis do senador e da irmã dele, Andrea Neves, em Minas Gerais e no Rio de Janeiro. Na ocasião também foram cumpridas ordens judiciais contra Frederico Pacheco e o deputado Paulo Pereira da Silva (SD-SP), o Paulinho da Força Sindical.
Operação Ross
A operação, batizada de Ross, tem como ponto de partida delações de Joesley Batista e Ricardo Saud, do grupo J&F. Os delatores afirmam que repassaram quase R$ 110 milhões em propina ao senador tucano. Segundo eles, os valores eram repassados por meio da simulação de serviços que não eram efetivamente prestados e para os quais eram emitidas notas fiscais frias. Aécio sempre alegou inocência.
Ricardo Saud diz que a J&F comprou o apoio de 12 partidos para formar a coligação que apoiou Aécio nas eleições de 2014. Um dos partidos beneficiados, segundo a colaboração, foi o Solidariedade, que teria recebido R$ 15,27 milhões.
“Não podemos mais aceitar que delações de criminosos confessos e suas versões se sobreponham aos fatos. E o fato concreto é um só: o que estamos tratando nesse inquérito é de doações a campanha eleitoral de 2014 feitas de forma legal, registradas na Justiça eleitoral e aprovadas por essa mesma Justiça Eleitora, sem qualquer contrapartida”, afirmou Aécio em coletiva no último dia 11 ao protestar contra as buscas e apreensões determinadas também pelo ministro Marco Aurélio.
Serão apresentados na manhã desta sexta-feira (14), na Superintendência Estadual de Investigações Criminais, no bairro de Fátima, em São Luís, acusados de furto e receptação de aparelhos de internet em diversos municípios maranhenses.
As investigações vinham sendo realizadas a 1 ano e 4 meses. A ‘Operação Dourados’ realizada pela Polícia Civil, em 25 municípios e região Metropolitana de São Luís e resultou no cumprimento de 27 mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão em desfavor de Linderson Dourado Alves, apontado pela polícia como o líder do esquema.
Apresentação acontecerá na Superintendência Estadual de Investigações Criminais (SEIC), nesta sexta-feira(14), às 10hs.A operação envolveu 27 delegados de Policia, 70 Investigadores de polícia, escrivães, peritos criminais e técnicos em telefonia.
Os Alvos eram Sites instalados em subestações clandestinas, montados com equipamentos furtados e ou receptação da operadora OI, CLARO e outras. Foram apreendidos equipamentos do tipo placas DSLAM HUAWEI, (R$10.000), ARMÁRIOS (suítes), MOLDEN, CABOS DE FIBRA OTICA, GBICS (15 A 30 MIL REAIS), ROTEADORES VOIP, PLACA VOIP, ANTENAS, BATERIA DE GEL ESTACIONARIA.
As ordens judiciais foram cumpridas em vários municípios, dentre eles, São Luis, São José de Ribamar, e vários outros das Regiões do Médio Mearim e Baixada Maranhense.
Além do acusado preso e das buscas e apreensões foram encaminhados 12 conduzidos coercitivamente, e demais prisões.
Polícia Federal e Ministério Público Federal nesta terça-feira (11), fazem buscas e apreensão em imóveis do senador Aécio Neves (PSDB) e da irmã dele, Andréa Neves, no Rio e em Minas Gerais.
Andréa é considerada operadora do senador nas investigações da Lava Jato. Ela foi presa pela PF em maio de 2017 e foi solta há um ano, por decisão do ministro Marco Aurélio.
A operação tem objetivo de encontrar documentos baseados em delações de Joesley Batista e Ricardo Saud. Os executivos do grupo J&F relataram repasse de propina de quase R$ 110 milhões ao senador Aécio Neves.
Suspeita-se que os valores eram recebidos através da simulação de serviços que não eram efetivamente prestados e para os quais eram emitidas notas fiscais frias.
São um total de 24 mandados de busca e apreensão que estão sendo cumpridos em oito estados e no Distrito Federal. São investigados os crimes de corrupção passiva, organização criminosa, lavagem de dinheiro e associação criminosa.
São alvos da operação: Aécio Neves (PSDB), senador e deputado federal eleito; Agripino Maia (DEM), senador; Andréa Neves, irmã de Aécio; Antonio Anastasia (PSDB-MG), senador; Benito da Gama (PTB), deputado federal; Cristiane Brasil (PTB), deputada federal; Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força, deputado federal e presidente nacional do partido Solidariedade. Empresários também são investigados e alvos da da polícia Federal.
A operação no Rio é braço de investida que ocorre simultaneamente em São Paulo (capital e interior, com nove mandados), Brasília, Bahia e Rio Grande do Norte. Decorre do inquérito 4519, que tem como relator, no Supremo Tribunal Federal, o ministro Marco Aurélio.
Segundo a PF, o senador Aécio Neves comprou apoio político do Solidariedade, por R$ 15 milhões, e empresários paulistas ajudaram com doações de campanha e caixa 2, por meio de notas frias.
A Secretaria de Segurança Pública convocou a imprensa para uma coletiva, no final da manhã desta quarta-feira (28), onde as autoridades darão todos detalhes sobre as investigações e a operação realizada na madrugada de hoje, que culminou com a nova prisão do delgado Thiago Bardal, um agente da Policia Cível e dois advogados.
As prisões foram resultado de um trabalho conjunto que envolveu a Superintendência Estadual de Prevenção e Combate à Corrupção (SECCOR), Grupo Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) e Ministério Público Estadual.
O delegado Thiago Bardal foi preso preventivamente. Além dele também foram presos o investigador João Batista Sousa Marques e os advogados Werther FerrazJunior e Ary Cortez Prado Junior.
Também foram realizadas buscas e apreensões. As ações ocorreram, simultaneamente, em São Luis e Imperatriz.
As prisões foram determinadas pela 1ª Vara Criminal de São Luis e são fruto de investigação conjunta iniciada no primeiro semestre deste ano, os acusados se associaram em uma verdadeira organização criminosa, com objetivo de extorquir grupos criminosos, vindo a receber parcela dos produtos dos assaltos a agências bancárias, e a proteger, mediante o pagamento de propina, criminosos que integravam o crime organizado.
As investigações remontam aos anos de 2015 e 2016, quanto TIAGO BARDAL assumiu a chefia da Superintendência Estadual de Investigações Criminais (SEIC).
De acordo com a investigação o delegado Thiago Bardal tinha como homem de confiança o agente Batista que juntos cobravam propina de quadrilhas que atuavam no Maranhão, especialmente no roubo a banco, e que o faziam por intermédio dos advogados
As informações dão conta de que os policiais recebiam cerca de R$100.000,00 (cem mil reais) por assalto realizado, como uma espécie de “pedágio”, e que ainda assim cobravam para evitar as prisões de líderes.
Os policiais presos seguem para a Delegacia da Cidade Operária e os advogados para o sistema prisional, onde ficarão à disposição da Justiça.As investigações avançam, com a intenção de averiguar a participação de outros policiais no esquema criminoso.