


Identificado com movimentos sociais e sindical, o deputado federal Bira do Pindaré (PSB),marcou presença nas manifestações e comemoração dos trabalhadores, no 1º de Maio em São Luís. Pré-candidato a prefeito da capital, onde aparece em pesquisas internas bem posicionado, transitou com tranquilidade no meio dos participantes.
O principal tema que Bira do Pindaré discutiu com partidos, entidades sindicais e populares durante a manifestação foi a Reforma da Previdência. Para o deputado a proposta de reforma do governo Bolsonaro, em discussão no Congresso é perversa, e a população precisa está vigilante.
“Estamos lutando pelos direitos do povo trabalhador brasileiro que carrega esse país nas costas. Se essa proposta passar, não vai mais ter aposentadoria em nosso país, nem auxílio doença ou aposentadoria por invalidez. Quer dizer, as pessoas vão sofrer muito mais do que sofrem. Não faz sentido!”, alertou Bira do Pindaré.


Os senadores maranhenses Weverton Rocha (PDT) e Eliziane Gama (Cidadania) reagiram nas redes sociais sobre a mais recente medida do governo Bolsonaro, que decretou sigilo em dados, cálculos e outras informações que constam na proposta de Reforma da Previdência, que está sendo debatida no Congresso.
Para Weverton, o sigilo do governo é um grave indicativo que há muita coisa errada na propostas. E que aceitar essa medida fará a população, principalmente os mais pobres, pagarem um preço ainda maior que o previsto.
“Aprovar uma reforma sem ver os cálculos seria como dar um cheque em branco para o governo. Mas esse cheque em branco seria pago pelos trabalhadores”, Alerta Weverto.
Quanta Eliziane, esta considerou a decisão do governo mais um erro grotesco e defendeu uma reforma justa aos mais pobres e totalmente transparente.
“Precisamos da reforma da Previdência, mas não podemos nos submeter a qualquer reforma, muito menos uma que pese a mão nos mais pobres e, muito menos ainda, uma que não seja 100% pública e transparente. Pedir sigilo aos dados da reforma é um erro grotesco do atual governo”, disse Eliziane Gama.

O deputado Othelino Neto (PCdoB), presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão e do Colegiado do ParlaNordeste, entregou oficialmente, na última terça-feira (16), em Brasília (DF), a Carta de São Luís.
O documento contem o posicionamento do grupo quanto ao Consórcio Nordeste, Reforma da Previdência, Pacto Federativo e Fortalecimento dos Órgãos Regionais de Desenvolvimento – aos presidentes da Câmara e do Senado, respectivamente deputado federal Rodrigo Maia (DEM/RJ) e senador Davi Alcolumbre (DEM/AP).
Propostas de redução do Benefício de Prestação Continuada (BPC), alteração nas regras da aposentadoria rural e possível fusão do Banco do Nordeste (BNB) ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) são alguns dos itens que mais têm preocupado a região nordestina.
“Somos a favor da Reforma da Previdência, mas contrários a esses pontos, que, certamente, prejudicariam muito o Brasil, em especial o Nordeste”, esclareceu Othelino Neto.

O presidente do Senado Davi Alcolumbre parabenizou a manifestação dos presidentes nordestinos e garantiu que levará o tema ao conhecimento dos demais senadores.
“Saiam certos de que estamos comprometidos com esta causa a favor do Brasil e das regiões que mais precisam de nossa atuação política”, disse o senador.
Na Câmara, Rodrigo Maia disse que itens como alteração na aposentadoria de trabalhadores rurais e redução do BPC serão retirados da proposta de Reforma.
“Independente de partido já estamos começando a construir soluções de recuperação de investimentos para todos os estados brasileiros”, enfatizou.
Apesar da agenda positiva o deputado Othelino disse ser preciso atenção sobre a tramitação das pautas do Nordeste.
“Tivemos sinalizações objetivas do presidente do Senado no sentido de atender nossas demandas sobre Previdência e a possível fusão do BNB ao BNDES. E o presidente da Câmara nos disse que esses itens reivindicados da Reforma já são consenso do Congresso para que sejam aprovados. Neste sentido, voltamos para nossos estados mais tranquilos, mas sempre mobilizados a lutar pelas bandeiras de interesse do Nordeste”, afirmou.
Participaram da agenda em Brasília os Presidentes das Assembleias Legislativas: Othelino Neto (Maranhão), presidente do Colegiado do ParlaNordeste 2019, Themístocles Filho (Piauí), Luciano Bispo (Sergipe), Nelson Leal (Bahia) e Daniel Oliveira (representando José Sarto do Ceará).

O deputado federal Marcio Jerry durante entrevista na Rádio Timbira, na manhã desta sexta-feira (12), disse de forma enfática que não será candidato à prefeitura de São Luís. Porém, apontou três pré-candidatos do partido ao pleito: o vice-prefeito da capital, Júlio Pinheiro; o secretario da Secid, Rubens Júnior; e o deputado estadual Duarte Júnior.
De acordo com Jerry, que também é Presidente Estadual do PCdoB, seu papel nas eleições municipais 2020, será coordenar a participação do partido no pleito em todo Maranhão. Mas, com especial atenção para São Luís, onde a eleição acontece em dois turnos e tem vários pré-candidatos do mesmo campo político do PCdoB.
Na entrevista Marcio Jerry ainda fez um balanço da sua atuação na Câmara Federal, defesa do governo do Maranhão em Brasilia, além de temas como Reforma da Previdência e Acordo Brasil e Estados Unidos para utilização do Centro de Lançamento de Alcântara.

Acabou em grande confusão e troca de palavrões a sessão na Comissão de Constituição e Justiça, na noite desta quarta-feira (3), na Câmara Federal, com o ministro da Economia, Paulo Guedes, onde estava sendo debatido a reforma da previdência.
Após o deputado Zeca Dirceu (PT-PR) chamar Guedes de “tigrão” com os aposentados, idosos de baixa renda e agricultores, mas “tchutchuca” com privilegiados do Brasil, o ministro explodiu e reagiu com palavrões e agressões verbais.
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), lamentou o ocorrido.
“Chamar um ministro de ‘tchutchuca’ é um absurdo. É péssimo para a Câmara. Paulo Guedes tem dialogado com respeito com o Parlamento”.

O Ministro da Economia Paulo Guedes confirmou nesta quarta-feira (27), o que alguns setores da imprensa vem divulgando. Caso a Reforma da Previdência não seja aprovada e for reconhecida divida de R$ 800 bilhões da União com os estados, ele poderá deixar o governo. Mas, só que não será na primeira derrota.

A confirmação da pretensão de Paulo Guedes de ‘jogar a toalha’, caso as pretensões do governo não sejam contempladas, seu deu em resposta a questionamento da Senadora Eliziane Gama (PPS-MA), durante Audiência Pública na Comissão de Assuntos Econômicos, no Senado Federal.
“Tenho compromisso de não sair na primeira derrota. Mas, se reconhecerem a divida de R$ 800 bilhões da União com os estados, e a Reforma da Previdência não for aprovada vou ficar fazendo o que aqui? Não vou ficar bancando bombeiro apagando incêndio”, disse Guedes.