Câmara iniciará sexta-feira (1º) Audiências Públicas sobre Plano Diretor de São Luís

 

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Vereador Osmar Filho (PDT), Presidente da Câmara Municipal de São Luís/Foto: Reprodução

O presidente da Câmara Municipal de São Luís, Osmar Filho (PDT), informou nesta terça-feira (29) a realização das audiências públicas para debater com a população da capital o Plano Diretor.

O Plano após ser enviado pela Prefeitura passou pelas comissões técnicas do Poder Legislativo Municipal. A etapa final será a votação dos vereadores. As audiências começarão na próxima sexta-feira (1º),

Serão oito audiências públicas, quatro na zona rural e quatro na zona urbana. A primeira acontecerá no IFMA, no bairro do Monte Castelo.

VEJA AQUI DATAS E LOCAIS DAS AUDIÊNCIAS

Ministro do STF diz que Jair Bolsonaro parece não conhecer limites

 

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Ministro do STF, Celso de Mello, e o Presidente da República, Jair Bolsonaro/Foto: Reprodução

O decano do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Celso de Mello, reagiu de forma contundente e dura nesta segunda-feira (28), em entrevista na Folha de SP, em relação ao vídeo postado na conta de Jair Bolsonar no twitter, que mostra um leão sendo atacado por hienas, entre elas, o STF.

“O atrevimento presidencial parece não encontrar limites na compostura que um Chefe de Estado deve demonstrar no exercício de suas altas funções, pois o vídeo que equipara, ofensivamente, o Supremo Tribunal Federal a uma “hiena” culmina, de modo absurdo e grosseiro, por falsamente identificar a Suprema Corte como um de seus opositores”, disse Celso de Mello.

Para Celso de Melo, a postura de Bolsonaro como presidente “parece não encontrar limites” em relação aos poderes.

“Esse comportamento revelado no vídeo em questão, além de caracterizar absoluta falta de ‘gravitas’ e de apropriada estatura presidencial, também constitui a expressão odiosa (e profundamente lamentável) de quem desconhece o dogma da separação de poderes e, o que é mais grave, de quem teme um Poder Judiciário independente e consciente de que ninguém, nem mesmo o Presidente da República, está acima da autoridade da Constituição e das leis da República”, avaliou ainda o ministro do STF.

“Moro virou escravo e não deixa ministério por não ter para onde ir”, diz Delegado Waldir

 

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Sérgio Moro, Ministro da Justiça e Segurança Pública/Foto: Reproduçãi

Por Jóse Cássio ao DCM

Sergio Moro é um morto vivo no ministério da Justiça.

E Bolsonaro, para salvar a pele de Flávio, juntou-se a Dias Toffoli – além de ter indicado o Procurador Geral da República, Augusto Aras, o presidente do STF está costurando um nome para suceder o decano Celso de Mello no Supremo.

Esses são apenas dois dos inúmeros motivos que levaram o Delegado Waldir (PSL-GO) a romper com o presidente.

Às 19h desta segunda, 28, encerra o prazo para as justificativas dos 19 deputados do partido que foram notificados por infidelidade. Além de ataques pessoais a colegas, a tropa bolsonarista do PSL infringiu o código de ética ao cobrar transparência administrativa.

“Bolsonaro nunca cobrou transparência dos diversos partidos pelos quais passou”, diz Delegado Waldir. “Especialmente quando assumiu o PSL e deu carta branca para o Gustavo Bebianno”.

O caso Sérgio Moro acabou sendo a gota d´água que azedou a relação entre Waldir e Bolsonaro.

O deputado conta que Moro chegou a ser demitido verbalmente após uma discussão ríspida quando Bolsonaro pensou na possibilidade de retirar do cargo o diretor-geral da PF, Maurício Valeixo, aliado do ministro.

“Moro virou um escravo”, diz o ex-líder do PSL. “Ele não deixa o ministério porque não tem para onde ir, sequer teria renda para se sustentar, já que abandonou a magistratura. A dúvida é saber quanto tempo ele vai aguentar”.

Bolsonaro, segundo Delegado Waldir, abdicou da luta contra a corrupção.

Controla a PF, não ajuda a aprovar o pacote anticrime, retirou o Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) do Ministério da Justiça e, surpresa maior, é contra a prisão após a 2ª instância.

“Ele está preocupado com questões pessoais, como proteger os filhos”, diz Waldir.

“Por esse motivo a composição com a presidência do Supremo. Está fazendo tudo diferente do que dizia, então esse é o motivo da insatisfação de muitos e, especialmente o meu caso, já que nunca abri mão da minha independência”.

(Informações do DCM)

Solidariedade quer Simplício Araújo na disputa ao governo do Maranhão

 

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Simplício Araújo, Presidente Estadual do Solidariedade, e Paulinho da Força, Presidente Nacional do Partido/Foto: Reprodução

A direção nacional do partido também avisou que pretende lançar candidatura própria para o governo no Maranhão. O fato é que a sucessão do governador Flávio Dino tem acelerado o debate na oposição, mas também na própria base do governo.

A posição da sigla foi anunciada pelo presidente nacional, Paulinho da Força, e do líder do Solidariedade na câmara, Augusto Coutinho. O partido também ratificou o apoio ao presidente estadual do Solidariedade no Maranhão, Simplício Araújo, que deseja vê-lo disputando as eleições 2022 ao governo do estado.

“Qualquer parlamentar ou liderança, seja municipal, estadual ou federal no Maranhão é sempre muito bem-vindo, mas tem que vir pra somar ao ótimo trabalho que o Simplício tem feito no Maranhão e que em breve vai levá-lo ao governo do estado, Simplício é exemplo de luta e resiliência pra todos nós”, disse o presidente nacional Paulinho da Força.

Macri da lição de civilidade e postura de homem público a Bolsonaro

 

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Mauricio Macri e Alberto Fernandes/Foto: Reprodução

“Parabenizo o presidente eleito Alberto Fernández. Convidei-o amanhã para tomar café da manhã na Casa Rosada porque deve começar uma transição ordenada. Isso é pelo futuro da Argentina”.

Eis as palavras de Mauricio Macri, candidato à reeleição derrotado.

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Alberto Fernandes comemorando a vitória/Foto: Reprodução

Com 90% das urnas apuradas, Alberto Fernández e Cristina Kirchner têm 47,53% dos votos, contra 41,02% de Macri.

Fez o que se espera de um homem público preocupado com sua nação, com noção republicana e de olho no futuro.

A quem interessa a terra arrasada? O exemplo moleque de Aécio Neves em 2014 é eloquente.

Enquanto isso, Jair Bolsonaro, seus filhos e o resto da matilha culpam o Foro de São Paulo. 

“A Argentina escolheu mal. Primeiro, foi o tal do Lula Livre, dizendo que ele [Lula] está preso injustamente. Ou seja, já disse a que veio”, declarou.

Bolsonaro se refere ao gesto de Fernández após votar.

“Não pretendo parabenizá-lo, agora não vamos nos indispor. Vamos esperar o tempo para ver a posição real dele na política. Por enquanto, continua tudo bem no Mercosul. Ele disse há algum tempo que sairia do Mercosul, visitando o Lula em Curitiba, agora, vamos ver o banho de realidade que ele vai ter”.

Bolsonaro é um pária no mundo, inclusive para a direita civilizada, por não respeitar a mínima decência.

Macri caiu, Piñera está no bico do corvo e o próximo é o brasileiro.

Não será por culpa do Foro de São Paulo ou da mula sem cabeça, mas exclusivamente deles mesmos e de seus patrocinadores.

(Informações DCM)

Delegado do caso Celso Daniel acusa Veja e Senadora por ‘armação’

 

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Delegado Rodrigo Bossi de Pinho/Foto: Reprodução

O delegado Rodrigo Pinho de Bossi, responsável pelo caso que envolve a delação de Marcos Valério, criador do Mensalão do PSDB, desmentiu a reportagem da revista Veja desta semana afirmando que o tucano acusou o ex-presidente Lula de ser o mandante do assassinato de Celso Daniel.

De acordo com o delegado, ao reproduzir esse discurso, a revista busca influir no julgamento sobre a prisão a partir da condenação em segunda instância e impedir que Lula seja colocado em liberdade.

Em entrevista ao DCM, Pinho de Bossi ainda disse que por trás de toda a armação está Mara Gabrilli, senadora do PSDB que admitiu, em depoimento a uma CPI em Santo André, que participou do esquema de corrupção que existia na cidade mesmo antes da administração petista.

“Sabia que eles estavam tentando influenciar no julgamento do STF”, acrescentou.

Mesmo assim, o vídeo não contém nenhuma declaração que liga Lula ao assassinato de Celso Daniel.

”O Marcos Valério jamais disse ‘foi o Lula’. Ele disse que o Ronan (Maria Pinto, empresário do setor de transporte em Santo André) ameaçava dizer que foi ele. São coisas completamente diferentes”, afirmou o delegado, hoje aposentado em razão de um câncer em estádio avançado.

Rodrigo Bossi de Pinho tem os vídeos do depoimento de Marcos Valério porque o acordo de delação premiada foi feito com ele, depois de uma tentativa frustrada com representantes do Ministério Público, tanto o estadual de Minas Gerais quanto o federal.

A alegação para a falta de interesse do Ministério Público é que faltaria credibilidade a Marcos Valério. Rodrigo Bossi de Pinho, no entanto, tem razões para suspeitar que os motivos são outros. Valério denuncia um esquema de corrupção que envolve políticos de partidos de A a Z, mas não só. Também há autoridades do Judiciário, órgãos de imprensa, peritos, policiais.

“Não existiu mensalão do PSDB ou mensalão do PT. Existe um caixa construído com dinheiro de quem se beneficia de desvios e de decisões do Estado para manter as coisas como são”, afirmou.

Segundo ele, a delação de Valério tem relatos importantes, inclusive sobre desvios a partir do processo de simiprivatização da Cemig, a estatal de energia de Minas Gerais, em 1998, que envolve a cúpula do governo de Fernando Henrique Cardoso.

Mas, sobre isso, Veja silenciou, e preferiu investir na farsa de Lula como mandante do assassinato de Celso Daniel.

“Todo investigador de homicídios parte da motivação. Eu fui delegado de homicídios durante seis anos. Não há motivação pra Lula matar Celso, como também não havia para Celso delatar o esquema. Celso arrecadava para o PT conscientemente”, disse.

“Ele descobre que Sombra e Ronan estavam com um esquema criminoso, arrecadando do crime organizado, e botando parte do dinheiro no bolso. O Celso também seria o ministro, no lugar do Palocci. Qualquer problema, então, seria resolvido interna corporis. Não havia motivação pra matar, pois o Celso não ia jogar sujeira no ventilador. Então, só sobra motivação pro Sombra (Sérgio Gomes da Silva, já falecido, que foi amigo do ex-prefeito de Santo André) e pro Ronan.

São hipóteses que o delegado traça, mas esta é uma investigação de que ele não se ocupou. Em São Paulo, a Polícia Civil investigou o caso duas vezes, e concluiu que foi crime comum.

“Toda vez que este assunto retorna é para desviar a atenção de algo presente e relevante. Foi crime comum, mas os radicais insistem nas teorias da conspiração”, comentou, por sua vez, o delegado Marcos Carneiro Lima, do DHPP, também ele sentindo no ar o cheiro da armação por conta do julgamento sobre a prisão a partir da condenação em segunda instância.

Lula não reivindicou esse julgamento, embora ele seja alcançado pela possível decisão do STF em favor do princípio constitucional da presunção de inocência, que está na essência da questão da segunda instância.

Rodrigo Bossi de Pinho reafirmou: “Repito: o Marcos Valério nunca disse que foi o Lula. E isso já tem um ano. A Veja faz parecer que foi agora”, disse.

É armação.

(Revista Fórum)

Flávio Dino alerta para o que está acontecendo no Chile

 

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Governador do Maranhão Flávio Dino (PCdoB)/Foto: Reprodução

“Quando o governo federal apresentou sua proposta de reforma da Previdência, frisei muitas vezes o desastre que seria o regime de capitalização. O motivo da crítica era a obscena desigualdade social, que seria aprofundada com a capitalização. As ruas do Chile mostram a verdade” alertou o governador Flávio Dino.

Márcio Jerry pede consenso e respeito a maioria democrática para garantir os R$ 247 milhões

 

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Deputado Federal Márcio Jerry (PCdoB)/Foto: Reprodução

O deputado federal Márcio Jerry (PCdoB) usou nesta sexta-feira (25) sua conta no twitter para dizer que a bancada federal continua em busca de entendimento para o Maranhão não perder os R$ 247 milhões a que tem direito a bancada maranhense em Brasília.

Márcio Jerry  também ressaltou a importância de priorizar o bom senso, os interesses do Maranhão e respeito democrático da maioria da bancada. Dos 18 deputados federais é  necessário o apoio formal de 14, mas apenas 10 assinaram. Os três senadores também assinaram.

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Com o fim do prazo na última quinta-feira (24), a bancada maranhense ainda tem até o inicio da próxima para encontrar um entendimento e impedir que o Maranhão deixe de receber os recursos.

Os deputados federais que ainda não assinaram são: Aluísio Mendes (PSC), Eduardo Braide (PMN), Edilázio Júnior (PV), Hildo Rocha (MDB), Josimar de Maranhãozinho (PL), Júnior Lourenço (PL), Marreca Filho (Patriota) e Pastor Gildenemyr.