Relação de Dutra com população de Paço do Lumiar tá azedando

 

lepo
Domingos Dutra, prefeito de Paço do Lumiar/Foto: Reprodução

Além dos inúmeros problemas do município de Paço do Lumiar, inclusive alguns crônicos, o prefeito de Paço do Lumiar, Domingos Dutra, terá que resolver rápido, provavelmente o maior da sua gestão, se tiver pretensão de tentar renovar seu mandato em 2020. Sua relação com a população luminense não anda nada boa.

Esta semana um vídeo divulgado em grupos de whatsapp, que mostra o prefeito batendo boca com participantes de uma reunião, revela o nível e o tamanho do problema que terá que enfrentar. Bravatas e frases de efeito não resolvem isso.

Assembleia Legislativa e Tribunal de Contas do Estado firmam parceria

 

al-tce
Foto: Reprodução

A Assembleia Legislativa do Maranhão e o Tribunal de Contas do Estado oficializaram nesta segunda-feira (8), a parceria para veiculação do programa “TCE em Pauta” na grade da TV Assembleia. O programa será exibido semanalmente, com duração de 10 a 15 minutos, com foco para o controle externo estadual.

Participaram da solenidade os presidentes da Assembleia Legislativa, deputado Othelino Neto (PCdoB), e do TCE, conselheiro Nonato Lago, o diretor de Comunicação da Assembleia, Edwin Jinkings, e o coordenador de Comunicação do TCE, Fernando Abreu.

“Agora, os telespectadores acompanharão aquilo que é produzido no Tribunal de Contas, cuja função constitucional é fazer o controle externo, ou seja, controlar a boa aplicação do recurso público, e lá se produz muito. É importante que a sociedade conheça de perto aquilo que é feito pelo Tribunal de Contas”, destacou Othelino Neto.

“O Tribunal de Contas assinala um teto na sua vida institucional. Essa parceria é da maior importância, porque a sociedade precisa saber das ações do Tribunal de Contas e, quanto mais mecanismos de transmitir essas ações, melhor”, assinalou o conselheiro Nonato Lago.

Sem reduzir desigualdades, não haverá progresso no Brasil

 

Ricos-se-tragan-el-mundo
Imagem: Reprodução

O Globo – A maioria dos brasileiros (86%) acredita que o progresso do Brasil está diretamente ligado à redução da desigualdade econômica entre ricos e pobres, 94% concordam que o imposto pago deve ser usado para beneficiar os mais pobres e 77% defendem o aumento de impostos para as pessoas muito ricas.

Esses são alguns dos resultados da segunda edição da pesquisa Oxfam/Datafolha, realizada em fevereiro com 2 mil brasileiros, de 130 cidades de todo o Brasil.

“Só avançaremos no combate às desigualdades se os temas do racismo, da discriminação de gênero e do respeito à diversidade tiverem a mesma urgência que os temas econômicos e fiscais”, afirma Katia Maia, diretora-executiva da Oxfam Brasil.

“É fundamental que os temas sobre a disparidade da renda entre o topo e a base da pirâmide sejam tratados com a mesma urgência dadas às soluções econômicas e fiscais”, destacou Oded Grajew, presidente do conselho deliberativo da Oxfam Brasil.

Segundo a organização internacional, o levantamento indica que a sociedade brasileira percebe os problemas da distribuição de renda no país, mas ainda não compreende o real tamanho das desigualdades brasileiras.

Metade acha que Bolsonaro ‘trabalha pouco’ e 39% o consideram ‘pouco inteligente’

 

bozo
Presidente Jair Bolsonaro tem a pior avaliação de um presidente nos primeiros três meses de governo, desde 1990/Foto: Reprodução

Jair Bolsonaro já é o pior presidente nos primeiros três meses de governo desde 1990. A avaliação foi realizada pelo Datafolha e divulgada neste domingo (7), pelo Jornal Folha de São Paulo.

Foram ouvidos 2.086 pessoas com mais de 16 anos, em 130 municípios, nos dias 2 e 3 abril. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Com 30% de reprovação é a pior avaliação para um presidente da República no início de primeiro mandato desde 1990. Fernando Collor (então no PRN) tinha 19% de reprovação após três meses, contra 16% de FHC (PSDB), 10% de Lula (PT) e 7% de Dilma (PT).

A ex-presidente é quem tinha a melhor avaliação: 47% de ótimo/bom em 2011. Lula tinha 43%, contra 39% de FHC e 36% de Collor.

Expectativa

A expectativa com o governo também é a pior, após três meses de mandato, desde 1995: 59% esperam que Bolsonaro faça um governo ótimo ou bom, contra 48% de FHC, 76% de Lula e 77% de Dilma.

Antes da posse, 65% esperavam que Bolsonaro fizesse um governo ótimo ou bom, contra 17% de regular e 12%, ruim ou péssimo. Hoje, os que acreditam em um governo regular são 16% e ruim/péssimo, 23%.

Imagem

Metade dos entrevistados pelo Datafolha julga que o presidente “trabalha pouco” e 39% consideram que ele é “pouco inteligente”.

(Informações G1)

A um ano na prisão Lula questiona por que “temem” soltá-lo: “Já me tiraram da eleição”.

 

lula-1
Ex-presidente Lula/Foto: Reprodução

Veja a íntegra do artigo do ex-presidente Lula publicado na Folha de S.Paulo:

“Por que têm tanto medo de Lula livre?
Já alcançaram o objetivo, que era impedir a minha eleição

Luiz Inácio Lula da Silva *

Faz um ano que estou preso injustamente, acusado e condenado por um crime que nunca existiu. Cada dia que passei aqui fez aumentar minha indignação, mas mantenho a fé num julgamento justo em que a verdade vai prevalecer. Posso dormir com a consciência tranquila de minha inocência. Duvido que tenham sono leve os que me condenaram numa farsa judicial.

O que mais me angustia, no entanto, é o que se passa com o Brasil e o sofrimento do nosso povo. Para me impor um juízo de exceção, romperam os limites da lei e da Constituição, fragilizando a democracia. Os direitos do povo e da cidadania vêm sendo revogados, enquanto impõem o arrocho dos salários, a precarização do emprego e a alta do custo de vida. Entregam a soberania nacional, nossas riquezas, nossas empresas e até o nosso território para satisfazer interesses estrangeiros.

Hoje está claro que a minha condenação foi parte de um movimento político a partir da reeleição da presidenta Dilma Rousseff, em 2014. Derrotada nas urnas pela quarta vez consecutiva, a oposição escolheu o caminho do golpe para voltar ao poder, retomando o vício autoritário das classes dominantes brasileiras.

O golpe do impeachment sem crime de responsabilidade foi contra o modelo de desenvolvimento com inclusão social que o país vinha construindo desde 2003. Em 12 anos, criamos 20 milhões de empregos, tiramos 32 milhões de pessoas da miséria, multiplicamos o PIB por cinco. Abrimos a universidade para milhões de excluídos. Vencemos a fome.

Aquele modelo era e é intolerável para uma camada privilegiada e preconceituosa da sociedade. Feriu poderosos interesses econômicos fora do país. Enquanto o pré-sal despertou a cobiça das petrolíferas estrangeiras, empresas brasileiras passaram a disputar mercados com exportadores tradicionais de outros países.

O impeachment veio para trazer de volta o neoliberalismo, em versão ainda mais radical. Para tanto, sabotaram os esforços do governo Dilma para enfrentar a crise econômica e corrigir seus próprios erros. Afundaram o país num colapso fiscal e numa recessão que ainda perdura. Prometeram que bastava tirar o PT do governo que os problemas do país acabariam.

O povo logo percebeu que havia sido enganado. O desemprego aumentou, os programas sociais foram esvaziados, escolas e hospitais perderam verbas. Uma política suicida implantada pela Petrobras tornou o preço do gás de cozinha proibitivo para os pobres e levou à paralisação dos caminhoneiros. Querem acabar com a aposentadoria dos idosos e dos trabalhadores rurais.

Nas caravanas pelo país, vi nos olhos de nossa gente a esperança e o desejo de retomar aquele modelo que começou a corrigir as desigualdades e deu oportunidades a quem nunca as teve. Já no início de 2018 as pesquisas apontavam que eu venceria as eleições em primeiro turno.

Era preciso impedir minha candidatura a qualquer custo. A Lava Jato, que foi pano de fundo no golpe do impeachment, atropelou prazos e prerrogativas da defesa para me condenar antes das eleições. Haviam grampeado ilegalmente minhas conversas, os telefones de meus advogados e até a presidenta da República. Fui alvo de uma condução coercitiva ilegal, verdadeiro sequestro. Vasculharam minha casa, reviraram meu colchão, tomaram celulares e até tablets de meus netos.

Nada encontraram para me incriminar: nem conversas de bandidos, nem malas de dinheiro, nem contas no exterior. Mesmo assim fui condenado em prazo recorde, por Sergio Moro e pelo TRF-4, por “atos indeterminados” sem que achassem qualquer conexão entre o apartamento que nunca foi meu e supostos desvios da Petrobras. O Supremo negou-me um justo pedido de habeas corpus, sob pressão da mídia, do mercado e até das Forças Armadas, como confirmou recentemente Jair Bolsonaro, o maior beneficiário daquela perseguição.

Minha candidatura foi proibida contrariando a lei eleitoral, a jurisprudência e uma determinação do Comitê de Direitos Humanos da ONU para garantir os meus direitos políticos. E, mesmo assim, nosso candidato Fernando Haddad teve expressivas votações e só foi derrotado pela indústria de mentiras de Bolsonaro nas redes sociais, financiada por caixa 2 até com dinheiro estrangeiro, segundo a imprensa.

Os mais renomados juristas do Brasil e de outros países consideram absurda minha condenação e apontam a parcialidade de Sergio Moro, confirmada na prática quando aceitou ser ministro da Justiça do presidente que ele ajudou a eleger com minha condenação. Tudo o que quero é que apontem uma prova sequer contra mim.

Por que têm tanto medo de Lula livre, se já alcançaram o objetivo que era impedir minha eleição, se não há nada que sustente essa prisão? Na verdade, o que eles temem é a organização do povo que se identifica com nosso projeto de país. Temem ter de reconhecer as arbitrariedades que cometeram para eleger um presidente incapaz e que nos enche de vergonha.

Eles sabem que minha libertação é parte importante da retomada da democracia no Brasil. Mas são incapazes de conviver com o processo democrático.

Ex-presidente da República (2003-2010).

Sem novidade MDB no Maranhão elege ‘nova direção’

 

joaoalberto
Ex-senador João Alberto/Foto: Reprodução

O antes todo poderoso MDB elegeu nesta sexta-feira (5), sua Executiva Estadual , com objetivo de reerguer e conduzir o partido nas eleições municipais 2020 e continuar vivo na política maranhense.

Se fosse para classificar a direção eleita do MDB no Maranhão, uma boa sugestão seria “mais do mesmo”.

O presidente é o ex-senador João Alberto; 1º vice o deputado estadual Roberto Costa; 2º o deputado e Hildo Rocha e o 3º ex-deputado Vitor Mendes.

Vélez pode cair nos próximos dias

 

velez
Ricardo Vélez, Ministro da Educação/Foto: Reprodução

O presidente Jair Bolsonaro durante café da manhã nesta sexta-feira (5), com jornalistas, voltou ser questionados sobre o ministro  Ricardo Vélez (Educação).

“Está bastante claro que não está dando certo o ministro Vélez. Na segunda-feira, vamos tirar a aliança da mão direita, ou vai para a esquerda ou vai para  a gaveta, disse o presidente no Palácio do Planalto.”

Líderes no Congresso dão nota 2,5 a Bolsonaro, a escala vai de 1 a 5

 

Sem-título-1-[Recuperado]
Jair Bolsonaro, Tereza Cristina e Ricardo Vélez/Foto: Reprodução
O Site Congresso em Foco a cada três meses faz um levantamento através do Painel do Poder junto aos líderes no Congresso Nacional, sobre o desempenho do governo, medidas políticas adotadas, chances de êxito das propostas em debate no Legislativo e percepções sobre a conjuntura política, econômica e social.

O resultado da primeira pesquisa do primeiro levantamento de 2019, relacionado aos primeiros três meses do atual governo, avaliou o desempenho do presidente Jair Bolsonaro e de membros da sua equipe.

Entre os ministros, Tereza Cristina (Agricultura, com 3,3) é a melhor avaliada. Ricardo Vélez (Educação, com 1,8) é o pior avaliado.

Avaliação dos principais membros do governo

(Média ponderada para nota mínima de 1 e máxima de 5)

Jair Bolsonaro, presidente – 2,5

Hamilton Mourão, vice-presidente – 2,9

Tereza Cristina, ministra da Agricultura – 3,3

Augusto Heleno, ministro de Segurança Institucional – 3,0

Luiz Henrique Mandetta, ministro da Saúde – 3,0

Sérgio Moro, ministro da Justiça – 3,0

Osmar Terra, ministro da Cidadania – 2,9

Paulo Guedes, ministro da Economia – 2,9

Azevedo e Silva, ministro da Defesa – 2,7

Onyx Lorenzoni, ministro da Casa Civil – 2,3

Ricardo Salles, ministro do Meio Ambiente – 2,3

Damares Alves, ministra dos Direitos Humanos – 2,2

Ernesto Araújo, ministro das Relações Exteriores – 2,1

Ricardo Vélez, ministro da Educação – 1,8

(Do Site Congresso em Foco)