“A direita só se une na cadeia. Ou será que nem na cadeia?”, Dino sobre crise na oposição

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, não resistiu e opinou sobre a reunião do PL com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, nesta quinta-feira, dia 6, onde o governador foi hostilizado por radicais da oposição, quando tentava explicar sua posição favorável à Reforma Tributaria.

Flávio Dino, alvo preferencial do bolsonarismo, aproveitou para em ‘dose cavalar’ de sarcasmo fazer uma analogia com a frase “A esquerda só se une na cadeia”, antiga e comum entre políticos de direita e extrema-direita, para classificar a crise e racha revelada na reunião do PL com o governador de São Paulo.

“Com os fatos recentes, existe atualização: “A direita só se une na cadeia”. Ou será que nem na cadeia ?”, disse Dino nas redes sociais.

A reunião que o governador de São Paulo, Tarcisio de Freitas, foi hostilizado por bolsonaristas radicais e interrompido por Jair Bolsonaro hoje em Brasília, aconteceu após o governador se reunir anteriormente com Bolsonaro e o presidente Nacional do PL, Valdemar da Costa Neto, de maneira reservada.

Tarcísio de Freitas passou apoiar a Reforma Tributaria, contrariando seu aliado o ex-presidente Jair Bolsonaro. O governador foi convidado para reunião no PL, mas faz parte do partido Republicanos.

Aprovado reajuste de 8,2% para servidores públicos de São Luís

Os vereadores de São Luís aprovaram nesta quarta-feira, dia 5, o Projeto de Lei do Executivo Municipal, do aumento de 8,2% aos servidores de São Luís da administração direta e indireta, empregados públicos, ativos e inativos do município de São Luís. 

A matéria foi aprovada com pedido de inversão de pauta, dispensa de parecer e interstício, e redação final. Durante a discussão houve desaprovação à conduta do Prefeito Eduardo Braide (PSD) por desconsiderar emendas.

O vereador Coletivo Nós (PT), Jhonatan Soares, pediu uma manifeste da Mesa à desaprovação de parte do plenário. Já Chico Carvalho (Solidariedade), fez um apelo para a Prefeitura ser célere ao pagamento retroativo dos beneficiados.

Votaram a favor: Beto Castro (PMB), Marcial Lima (Podemos), Ribeiro Neto (Sem Partido), Raimundo Penha (PDT), Pavão Filho (PDT), Fátima de Araújo (PCdoB), Astro de Ogum (PCdoB), Coletivo Nós (PT), Chico Carvalho (Solidariedade), Nato Júnior (PDT), Karla Sarney (PSD), Rosana da Saúde (Republicanos), Edson Gaguinho (União Brasil), Silvana Noely (Mais Brasil), Dr. Gutemberg (PSC), Marlon Botão (PSB), Antônio Garcez (Agir), Marcos Castro (PMN), Daniel Oliveira (PL), Octávio Soeiro (Podemos), Marquinhos (PSC), Andrey Monteiro (Republicanos), Zeca Medeiros (Mais Brasil), Álvaro Pires (PMN) e Thyago Freitas (Sem Partido).

Pressão do Centrão não funciona e Lula mantém Nísia na Saúde

O presidente Lula acabou com a polêmica envolvendo o comando do Ministério da Saúde na desta quarta-feira, dia 5, durante a 17ª Conferência Nacional de Saúde, em Brasília.

A pasta vinha sendo cobrada pelo Centrão como condição para votar a favor de pautas de interesse do governo. O Ministério da Saúde é um dos maiores orçamentos do governo e também muito forte eleitoralmente.

“O Ministério da Saúde é do nosso governo. Tenho certeza que poucas vezes tivemos a chance que temos hoje, de ter uma mulher com a qualidade da Nizia Trindade para cuidar do povo”, destacou Lula.

Eliziane quer percentuais para nomes de homens e mulheres em espaços públicos

Aprovado na Comissão de Educação do Senado Federal projeto da senadora Eliziane Gama (PSD), que determina percentuais mínimos para cada sexo na denominação de bens públicos.

O projeto estabelece que nomes de homens e mulheres em ruas, praças, jardins, obras, serviços e monumentos públicos deverão ser no mínimo 30% e no máximo 70%, conforme regulamento a ser elaborado.

O texto segue agora para a análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

Dados do IBGE do ano de 2019 revelam que a cada 100 logradouros públicos, 47 levam nomes masculinos, 42 possuem nomes neutros (como datas e árvores) e apenas 11 têm nomes femininos.

Rodrigo Lago quer revisão do Censo Demográfico 2022

O deputado estadual Rodrigo Lago (PCdoB), defendeu nesta terça-feira, dia 4, a revisão do Censo Demográfico Brasileiro de 2022. De acordo com o parlamentar, Censo 2022 aplicado IBGE foi feito sem planejamento, sem recursos suficientes e, por conta disso, trouxe distorções dos números, o que está causando prejuízo à gestão dos municípios do Maranhão.

“Afonso Cunha, pelo Censo Demográfico, agora tem 6.144 habitantes, mas tem 7.100 eleitores. Tem mil eleitores além da população (…) Na minha querida cidade de São Luís Gonzaga não é diferente. Lá, compareceram 99% da população eleitoral ativa, ou seja, todo mundo que poderia votar, foi votar, ninguém faltou às urnas, enquanto a média nacional é de 20% de abstenção, lá não houve abstenção (…) “Peço que o governador Carlos Brandão (PSB) faça gestão com os demais governadores para que esse Censo seja revisto, para que sejam feitas realmente medidas que amenizem o impacto nas finanças públicas do nosso estado, e também nas finanças públicas dos municípios maranhenses, porque isso impactará diretamente na vida do povo do Maranhão”, disse Rodrigo Lago.

Segundo a Confederação Nacional de Municípios (CNM), 770 cidades receberão menos recursos do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) devido à população menor que o total existente contada pelo Censo Demográfico de 2022, divulgado no último dia 28. O deputado fez um apelo aos governadores se empenhem na revisão do Censo Demográfico 2022.

Bira do Pindaré agradece apoio após tragédia familiar

O secretário de Estado da Agricultura Familiar, Bira do Pindaré, utilizou nesta terça-feira, dia 4, as redes sociais para agradecer em nome de sua família as mensagens de apoio, após o trágico falecimento de sua filha Andressa da Silva e Sousa, ocorrido no último sábado, dia 2, em São Luís.

“É sem dúvida, um dos momentos mais difíceis da minha vida. Que Deus possa confortar e proteger todos nós! Meus mais sinceros agraciamentos”, destacou Bira.

O deputados estaduais do Maranhão realizaram hoje, durante a sessão plenária, um minuto de silêncio pelos falecimentos de Lecy dos Santos, mãe do ex-deputado Stênio Rezende e sogra da deputada Andreia Martins Rezende (PSB), e da jovem Andressa Sousa, filha do ex-deputado Bira do Pindaré e atual secretário de Estado da Agricultura Familiar.

As solicitações foram feitas pelos deputados Rodrigo Lago (PCdoB), vice-presidente da Casa, e Wellington do Curso (PSC), que lamentaram as mortes e prestaram condolências às famílias enlutadas.

Ministra do Turismo estará no Maranhão na próxima semana

O governador Carlos Brandão (PSB), durante agenda de trabalho em Brasília, nesta segunda-feira, dia 3, esteve com a ministra do Turismo, Daniela Carneiro, que confirmou ao governador que na próxima semana estará no Maranhão.

“Fomos muito bem recebidos pela ministra de Turismo, Daniela Carneiro, para um diálogo sobre as potencialidades turísticas do Maranhão. Fizemos o convite para que conheça a diversidade do nosso São João, os Lençóis Maranhenses e também para um encontro com o nosso trade turístico”, destacou Brandão.

A ministra Daniela Carneiro não deve permanecer na pasta, que deverá ser ocupada em breve pelo deputado Sérgio Sabino, como parte de exigência do União Brasil. A mudança não deverá alterar a relação com as demandas do Maranhão para o setor.

Inelegibilidade: Dino quer que Bolsonaro indenize a União e a Sociedade

Com a inelegibilidade de Jair Bolsonaro decida nesta sexta-feira, dia 30, pelo TSE por 5 a 2 votos, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino (PSB), disse que vai acionar a AGU para cobrar de Bolsonaro indenização por danos à União e a Sociedade.

“Decisão do TSE prova a perpetração de ataques abusivos ao Sistema de Justiça e à ordem jurídica. Por isso, enviarei requerimento à AGU visando análise de ação de indenização pelos danos causados ao Poder Judiciário da União e à sociedade, em face da conduta do Sr. Bolsonaro (…) Do julgamento do TSE emanam importantes mensagens: 1. Mentir não é ferramenta legítima para o exercício de uma função pública; 2. Política não é regida pela “lei da selva”, em que o mais forte tudo pode. A democracia venceu o mais duro teste de estresse das últimas décadas”, disse Flávio Dino.