Abraham Weintraub (ministro Educação) e Ernesto Araújo (Relações Exteriores)/Foto: Reprodução
O ministro Celso de Mello do STF, deverá assistir nesta segunda-feira (18), o vídeo da reunião ministerial de 22 de abril, apontada pelo ex-ministro da Justiça, Sérgio Moro, importante para ratificar denuncia do suposto interesse do presidente Bolsonaro em interferir na Polícia Federal, de acordo com denuncia do ex-ministro.
Porém, o vídeo considerado de conteúdo ‘devastador’, complica outros participantes da reunião. Entre eles, Abraham Weintraub (ministro da Educação) e Ernesto Araújo (Relações Exteriores).
Segundo O Antagonista com base em informações da Crusoé , se a integra do vídeo for divulgado, a situação de Weintraub e Araújo se tornará muito complexa. Um seria preso e outro cairia, segundo uma fonte com transito no Palácio do Planalto.
“Se publicarem esse vídeo na íntegra, Weintraub vai preso por ordem do Supremo e Ernesto cai”.
Governador Flávio Dino e outros governadores participaram de debate na Globonews sobre crises sanitária, econômica e política/Foto: Reprodução
Durante entrevista na GloboNews, o governador Flávio Dino junto com os governadores João Dória (SP), Romeu Zema (MG), Rui Costa (BA) e Antonio Denaruim (RR), ressaltou que a paralisação da economia não deriva dos decretos dos governadores.
Dino disse ainda que quem deseja retomar a economia mais rapidamente são aqueles que neste momento estão tendo coragem em sustentar as medidas preventiva.
“Alguém acha que as cadeias produtivas, globais, de oferta e demanda vão se estabelecer num contexto de grave pandemia? Alguém acha que haverá investimentos privados com pessoas morrendo? Então nós temos que entender que não há contradição a não ser falácia ideológica entre defender a vida e a economia. Só há um modo verdadeiro de defender a economia, que é defendendo a vida”, assegurou Dino.
Neste sábado, na TV GloboNews, apresentei minhas opiniões sobre a pandemia, seus terríveis efeitos e as responsabilidades de Bolsonaro. Vejam um trecho >>> pic.twitter.com/I5wnNFXBxE
Vereador Umbelino Junior e o Secretario Municipal Lula Fylho (Saúde)/Polêmica depósito de EPIs
O Secretario de Saúde de São Luís, Lula Fylho, em vídeo divulgado nas redes sociais nesta sábado (16), chama de ‘caluniosa’ a denuncia do vereador Umbelino Júnior, sobre o depósito com EPIs (Equipamento de Proteção Individual), de responsabilidade da Prefeitura de São Luís.
Segundo Lula Fylho, os equipamentos estão armazenados para serem distribuídos nas unidades de saúde, estando tudo devidamente dentro da Lei.
Lamentável que uma pessoa de forma inescrupulosa queira manchar todo o trabalho sério que estamos desenvolvendo. Com responsabilidade e muita retidão como sempre aprendi com meus pais e é exigência do prefeito @EHolandaJr Fiz um vídeo para restabelecer a verdade. pic.twitter.com/zp5muEUrMB
O senador Weverton (PDT-MA), informou nas redes sociais na noite desta sexta-feira (15), a distribuição dos valores das emendas impositivas da bancada maranhense em Brasília, no valor de R$ 125 milhões, para o combate ao coronavírus no estado.
O senador teve o cuidado de explicar a distribuição dos valores de forma bem clara, certamente para evitar, deturpação e politicagem sobre a destinação dos recursos.
Já foram pagas as emendas impositivas destinadas pela nossa bancada federal para uso no combate ao #coronavírus. São mais de R$ 125 milhões, sendo: ➡️ R$ 78 milhões para municípios; ➡️ R$ 43 milhões para o @GovernoMA; ➡️ R$ 4,2 milhões para o Hospital Aldenora Bello. pic.twitter.com/CW5iVPjPIu
No auge da pandemia do coronavírus no Brasil, mais um Ministro da Saúde, se demite do governo Bolsonaro. O médico Nelson Teich, que não chegou a completar um mês no cargo, não suportou a pressão contra a ciência e a OMS (Organização Mundial de Saúde).
A saída de Nelson Teich, segundo a cair durante a pandemia, preocupa autoridades porque aprofunda a crise sanitária com reflexos políticos impactantes.
O deputado federal Henrrique Mandeta reagiu da seguinte maneira.
“Oremos. Força SUS. Ciência. Paciência. Fé!”, disse Mandeta.
O governador do Maranhão, Flávio Dino, um dos maiores críticos da postura do presidente em relação ao enfrentamento da Covid–19, disse nas redes sociais que espera que as instituições compreendam tantos desastres da gestão de Bolsonaro.
“A confusão que Bolsonaro cria é única no planeta. Espero que as instituições julguem o quanto antes a produção de tantos desastres, entre os quais a demissão de DOIS ministros da Saúde em meio a uma gigantesca crise sanitária. O Brasil merece uma gestão séria e competente”, alertou Flávio Dino.
O ex-ministro Ciro Gomes foi outro que se manifestou nas redes sociais e classificou Bolsonaro de genocida.
“A queda de mais um ministro da saúde mostra a face genocida de Bolsonaro. Mais do que nunca, é essencial que todos se unam contra Bolsonaro no dia 19/05, às 18h30. Vamos para as janelas gritar junto com todo Brasil: #ForaBolsonaro#ImpeachmentJá!”, reagiu no twitter Ciro Gomes.
Para o governador do Ceara, Camila Santana, disse que a saída do segundo Ministro da Saúde, em menos de um mês, causa insegurança e preocupação.
“A saída do segundo ministro da Saúde em menos de um mês traz enorme insegurança e preocupação. É inadmissível que, diante da gravíssima crise sanitária que vivemos, o foco do Governo Federal continue sendo em torno de discussões políticas e ideológicas. Isso é uma afronta ao país”, Camilo Santana.
Médico aliado do presidente Jair Bolsonaro, o deputado gaúcho Osmar Terra (MDB) repetiu informações controversas em entrevista a o programa Gaúcha Atualidade na manhã de quinta-feira (14).
Terra concedeu a entrevista após um pedido de contraponto de sua assessoria à equipe da Rádio Gaúcha. Nesta semana, apresentadores da emissora criticaram a postura do deputado em relação à pandemia do coronavírus, na contramão das linhas científicas mundiais.
Até o momento, previsões reproduzidas pelo parlamentar mostraram-se equivocadas. (GAÚCHAZH)
O presidente Bolsonaro disse, durante a reunião no dia 22 de abril, que não iria esperar toda a família e amigos serem prejudicados para trocar “alguém da segurança da ponta de linha”, se referindo ao Rio de Janeiro. Essa fala está na transcrição feita pela própria Advocacia Geral da União, que atua na defesa do presidente.
“Já tentei trocar gente da segurança nossa no Rio de Janeiro oficialmente e não consegui. Isso acabou. Eu não vou esperar f. minha família toda de sacanagem, ou amigo meu, porque eu não posso trocar alguém da segurança da ponta de linha que pertence à estrutura. Vai trocar; se não puder trocar, troca o chefe dele; não pode trocar o chefe, troca o ministro. E ponto final. Não estamos aqui para brincadeira”, disse.
Ao contrário do que o presidente vinha afirmando nos últimos dias, que durante a reunião não tinha falado sobre a Polícia Federal, segundo a transcrição da própria AGU, ele citou o órgão.
“Pô, eu tenho a PF que não me dá informações; eu tenho a inteligência das Forças Armadas que não tem informações; a Abin tem seus problemas, tem algumas informações, só não tem mais porque tá faltando realmente… temos problemas… aparelhamento etc. A gente não pode viver sem informação”, reclamou Bolsonaro.