Duarte Jr. e Wellington do Curso e a batalha pelas likes nas redes sociais

 

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Duarte Jr (PcdoB) e Wellington do Curso (PSDB)/Foto: Reprodução

Os midiático deputados maranhenses Wellington do Curso e Duarte Jr, mostraram nesta terça-feira (5), na Assembleia Legislativa como atuarão e brigarão pelas curtidas nas redes sociais.

Iniciando o segundo mandato, Wellington do Curso chegou hoje para trabalhar de bicicleta imediatamente espalhou as imagens nas redes sociais. Sua principal e única estratégia política continua sendo contestar Flávio Dino e seu governo em qualquer circunstância. Para alguns de seus pares e setores da Imprensa um esforço desesperado de ‘mais do mesmo’.

Hoje após mais uma rajada de ataques genéricos ao executivo estadual ‘lacrou’ da tribuna “não sou dinista nem sarneysista. Sou independente!”, como se isso na prática fosse possível em política.

Quanto a Duarte Jr., está no primeiro mandato após passagem pelo Procon-MA, órgão de defesa do consumidor onde ganhou visibilidade e votos. Se considera autentico representante da ‘nova política’. Assim como Wellingto, o jovem Duarte exerce ativismo forte nas redes sociais. Hoje no primeiro dia de trabalhou protagonizou um bate-boca com o sarneysista César Pires (PV), consciente da repercussão que teria.

Tudo começou após Cesar Pires da tribuna, quando fazia um pronunciamento no grande expediente, tecer críticas ao Procon. Em aparte Duarte Jr. defendeu o órgão e citou uma tentativa de Cesar Pires de impedir o Procon de realizar seu trabalho num estabelecimento de propriedade de uma pessoa ligada a Pires. Foi o suficiente para os ânimos acirrarem e ter inicio a troca de acusações e insinuações de abuso de poder, desqualificação pessoal até citações de suspeitas de extorsão.

O novato deputado Duarte Jr. não se fez de rogado ao alertar aos presentes que com ele ataques baseados apenas em retórica, não ficarão sem respostas. Segundo ele, pode ser quem for: velho, novo, intelectual ou não.

Queiroz chiou: Estou sendo tratado como ‘o pior bandido do mundo’

 

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Fabrício Queiroz/Foto: Reprodução

Ex-assessor do senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL), Fabrício Queiroz disse que esclarecerá “em breve” as movimentações atípicas em sua conta apontadas pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). Ele, porém, não disse quando iria dar as explicações e reclamou de, em suas palavras, ter sido tratado como “o pior bandido do mundo”.

“Após a exposição de minha família e minha, como se eu fosse o pior bandido do mundo, fiquei muito mal de saúde e comecei a evacuar sangue. Fui até ao psiquiatra, pois vomitava muito e não conseguia dormir”, disse Queiroz, que também é policial militar da reserva. “Estou muito a fim de esclarecer tudo isso. Mas não contava com essa doença. Nunca imaginei que tinha câncer”,disse.

Alegando fortes dores, o ex-assessor atribuiu os problemas detectados recentemente em sua saúde à exposição do caso Coaf na imprensa. As dores, segundo ele, o teriam feito faltar a depoimentos marcados pelo Ministério Público.

(O Estado de S. Paulo)

Desigualdade, concentração de riqueza e poder no Brasil revelado no Congresso

 

BRASÍLIA 50 ANOS
Vista da Esplanada dos Ministérios e o Congresso Nacional/Foto: Sérgio Lima

A soma de bens dos parlamentares que estarão no Congresso no próximo ano, de acordo com dados declarados ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), chega a R$ 2 bilhões. A cifra é alavancada pelos milionários, que representam quase metade dos eleitos.

O congressista mais rico é o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), com patrimônio de R$ 389 milhões. Jereissati foi eleito em 2014 e concluirá o mandato em 2023.

O mais rico da Câmara dos Deputados, porém, tem patrimônio mais modesto: cerca de R$ 120 milhões.

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(Congresso em Foco)

O presidente eleito Jair Bolsonaro e sua família agora são vidraça

 

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Flávio Bolsonaro/Foto: Tânia Rego/Agencia Brasil

O jornal Estadão desta quinta-feira(6) trás uma reportagem do jornalista  Fabio Serapião, cujo o teor revela que o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) rastreou movimentação bancária de R$ 1,2 milhão por Flávio José Carlos de Queiroz, ex-assessor do deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho mais velho do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL). O órgão considerou a transação atípica.

Relatório do Coaf cita que os valores são incompatíveis com o patrimônio, atividade econômica ou ocupação profissional e capacidade financeira do ex-assessor parlamentar.

Fabrício é policial militar, motorista e era segurança do deputado. Ele foi exonerado em 15 de novembro deste ano.

O valor foi movimentado de janeiro de 2016 a janeiro de 2017, e parte em espécie. Os dados foram incluídos em investigação do Ministério Público Federal que culminou na operação Furna da Onça, deflagrada no mês passado.

A ação prendeu dez deputados estaduais do Rio de Janeiro. Os políticos são suspeitos de envolvimento no chamado “mensalinho” da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

Flávio Bolsonaro e Fabrício não foram alvo da operação. Porém, o ex-assessor de Bolsonaro é citado em levantamento feito pelo Coaf a pedido do MPF de movimentações financeiras suspeitas envolvendo funcionários e ex-servidores da Alerj.

Segundo o relatório do Coaf, de R$ 1,2 milhão; R$ 320 foram saques, sendo que R$ 159 sacados em agência no próprio prédio doo legislativo estadual.

O ex-assessor de Flávio Bolsonaro disse não saber nada sobre o assunto. O deputado estadual confirmou que Fabrício foi seu motorista e segurança por mais de dez anos e que não tem nenhuma “informação de qualquer fato que desabone” a conduta do ex-funcionário. Flávio disse ainda que o ex-assessor foi exonerado para tratar de sua passagem para a “inatividade”.

(Congresso em Foco)

Cortado gastos com transportes, diárias e outras despesas no MA

O governador Flávio Dino editou decreto determinando cortes em despesas como transportes, veículos e diárias de viagens em toda a administração estadual.

A medida foi tomada para enfrentar a prolongada recessão econômica brasileira, que já tirou do Maranhão mais de R$ 1,5 bilhão em transferências federais desde 2015.

Também pesou na decisão a dívida herdada de gestões anteriores, inclusive em dólar, que subiu muito por causa da variação da moeda.

O decreto diz respeito às chamadas despesas de custeio, que são aquelas relativas ao funcionamento da máquina pública. Elas são diferentes dos chamados investimentos, que significam novas obras e serviços para a população (mais hospitais e policiais, por exemplo). Esses investimentos vêm tendo expressiva melhoria nos últimos quatro anos de gestão.

Cortes

Com o decreto, todos os órgãos e entidades do Governo do Estado precisam se adequar aos cortes de gastos administrativos. Por exemplo: em até 30 dias, deverá ser reduzida a frota de veículos locados ao mínimo essencial que não prejudique a prestação de serviços públicos para a população.

Outra medida: a partir de dezembro, ficam suspensas as concessões de novas diárias e aquisição de passagens aéreas até 15 de março de 2019. Isso vale para servidores civis e militares. Só serão permitidas exceções previamente analisadas e amplamente justificadas.

Além disso, cada órgão vai ter que reduzir no mínimo em 30% os serviços de telecomunicação.

Programa Mais Médicos e Cubanos, segundo Yglésio Moyses

A polêmica envolvendo o Programa Mais Médicos e a saída dos Cubanos acabou dividindo opiniões, também entre médicos no Maranhão. Um dos que usaram as redes redes sócias para se posicionar foi o médico Yglésio Moyses, ex-diretor do Socorrão I, e deputado estadual eleito, nas últimas eleições no Maranhão

Por Yglésio Moyses

Mais Médicos é o programa onde houve o maior contraponto possível entre uma sociedade que buscar assistir as pessoas na sua integralidade, em que, mesmo com a pobreza extrema do país, consegue ter uma expectativa de vida de mais de 80 anos e analfabetismo ZERO.

O “rival” do contraponto? Um colosso  continental de PIB de 2 trilhões de dólares, onde crianças ainda morrem de diarréia no Sertão e na Amazônia, onde 28% da população é analfabeta funcional, mas mesmo assim a nossa sociedade é “mais avançada” e nossa medicina curativa, tantas vezes arrogante, é capaz de delimitar quem é ou não médico, mas não ataca a proliferação de faculdades de fim de semana, das Vassouras da vida, não ataca a falta de comprometimento social de uma geração crescente de profissionais que viraram vendedores de cosméticos e de tratamentos picaretas no Instagram, pra encher os bolsos cultivando esperanças em gente mentalmente atordoada com a opressão estética dos tempos modernos.

Graças a Deus que tínhamos os cubanos pra fazer o “serviço sujo”, nas palavras de alguns colegas. Agora, espera-se que a galera do plantão do Instagram mexa a bundinha e se digne a trabalhar em Belágua, em Água Doce do Maranhão, em tantos outros rincões onde, apesar da estrutura péssima, existem seres humanos que precisam de cuidado, de conforto e do efeito placebo que um bom atendimento médico, cubano ou não , é capaz de gerar em vítimas acima de tudo, da desesperança.

Bolsonaro deu um triplo carpado no abismo:

1) revalidar o diploma: o currículo cubano não tem as mesmas habilidades, a medicina é outra lá, mas não deixa de ser Medicina, porque a finalidade é CURAR.

2) pagar o salário integral: os médicos cubanos de modo geral, tem sentimento de nacionalismo e não são formados pra andarem de Audi, Land Rover ou Toyota Hilux. Essas pessoas pensam diferente porque as aspirações são diferentes.

3) repassar individualmente o salário: acho válido, desde que fosse pactuado um percentil justo do convênio pra seguir fazendo formação médica e não 100%. Programas de Estado não são CLT. Eles precisam de verba, Cuba é uma Ilha de Miséria.

Dilma falhou na gênese do projeto, mas Bolsonaro foi um completo irresponsável ao adotar essa comunicação belicosa pela arma social mais dura que temos hoje : o Twitter. Espero que esse erro de gestão seja contornado, e que ele seja reconhecido como o Presidente Ballubet du Rouet. Pra quem não lembra, Ballubet era o cavalo do jóquei Rodrigo Pessoa, que ao atravessar os obstáculos, sempre refugava!

Sigo torcendo a favor do Bolsonaro, não tem como desejar o mal ao país, mas essa do Mais Médicos foi extremamente irresponsável, como tantas outras decisões do nosso Trump versão Error4003.

Dep. Othelino Neto recebe Medalha Especial do Mérito Cândido Mendes

O Presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, dep. Othelino Neto (PCdoB-MA), foi homenageado pelo Tribunal de Justiça do Estado, com a Medalha Especial do Mérito Candido Mendes, maior do Poder Judiciário do Maranhão. A honraria foi concedida em razão das homenagens pelos 205 anos de instalação da Corte.

TJ

“Sinto-me muito feliz em receber a comenda máxima do Poder Judiciário, e nas palavras do desembargador e Presidente do TJ, José Joaquim, é o reconhecimento pela forma responsável como vem sendo conduzido o Poder Legislativo do Estado, por hora sobre nosso comando”, disse o deputado Othelino Neto, após receber a comenda das mãos do desembargador Marcelo Carvalho.

Na mesma solenidade, o deputado Max Barros também foi agraciada com a Medalha Antônio Rodrigues Vellozo.