Flávio Dino alerta para ‘sinais’ que podem levar o país a um futuro nada animador

 

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Governador Flávio Dino/Foto: Reprodução

Sempre atento aos acontecimento políticos nacionais, o governador do  Maranhão, Flávio Dino, voltou nesta terça-feira (16), usar o twitter para chamar atenção da população para um cenário nada animador para o Brasil. Ao se referir à proposta do governo Bolsonaro de interromper o aumento real do salário mínimo, ele considerou duplamente equivocado.

“Por exemplo, a decisão do atual governo federal de interromper a política de aumento real do salário mínimo é duplamente equivocada: congela desigualdades sociais abissais e desestimula participação dos mais pobres no mercado de consumo”, ressalta Flávio Dino.

Para o governador, as medidas que o governo federal está adotando, principalmente as voltados para serviços e finanças públicas poderão levar o país a uma paralisação total.

“Sublinho também a grave destruição de serviços públicos com o colapso das finanças públicas em todos os níveis. Com a economia parada, como recuperar estradas, ampliar hospitais, realizar concursos e pagar servidores ? Brasil está parando e lamento que alguns não queiram ver”, pontuou Dino.

Flávio Dino também demonstra preocupação com o recrudescimento dos conflitos institucionais e abusos que podem levar o país para uma direção perigosa. Principalmente em razão de medidas que aprofundam desigualdades e geram mais incertezas que alimentam a ideia de uma solução extrema, que poderá arrastar o Brasil a situação igual de um passado recente.

“Crescem na prática os sinais de um Estado militar e policialesco no Brasil. Tiros, armas, a ideia falsa de que somente militares nos salvarão, violência e ódio para todos os lados, o suposto horror à “velha política”. Receita que pode conduzir a uma ditadura aberta”, alerta o governador do Maranhão.

Diretor do ‘Tropa de Elite’ diz que ‘pacote’ de Moro favorece Milícias

 

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Ministro Sérgio (Ministro da Justiça e Segurança) e José Padilha (Diretor do Filme Tropa de Elite)/Foto: Reprodução

247 – O cineasta José Padilha, diretor de Tropa de Elite, desferiu um duro golpe contra o ministro Sergio Moro, em artigo publicado nesta terça-feira, ao dizer que seu pacote de segurança pública estimula o crescimento das milícias, que, por sua vez, são ligadas ao clã Bolsonaro.

“Sergio Moro finge não saber o que é milícia porque perdeu sua independência e hoje trabalha para a família Bolsonaro. Flávio Bolsonaro não foi o senador mais votado em 74 das 76 seções eleitorais de Rio das Pedras por acaso…”, afirma.

Segundo Padilha, o pacote anticrime que Sergio Moro enviou ao Congresso “é um pacote pró-milícia, posto que facilita a violência policial”. Ele lembra ainda que, apenas no Rio de Janeiro, a cada seis horas, policiais em serviço matam alguém e que apenas 2% dos casos são denunciados à Justiça e poucos chegam ao Tribunal do Júri.

“Aprovado o pacote anticrime de Sergio Moro, esse número vai tender a zero. Isso porque o pacote prevê que, para justificar legitima defesa, bastará que o policial diga que estava sob ‘medo, surpresa ou violenta emoção'”, diz ele.

Padilha diz ainda que “é obvio que o pacote anticrime de Moro vai estimular a violência policial, o crescimento das milícias e sua influência política”. Por fim, ele afirma que o ex-juiz é uma espécie de “antiFalcone”, referindo-se ao juiz italiano que conduziu a Operação Mãos Limpas e foi assassinado pela máfia. “Seu pacote anticorrupção é, também, um pacote pró-máfia”, diz Padilha.

Revelação do Wikileaks: Sérgio Moro fez treinamento nos EUA

 

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Sérgio Moro/Foto: Reprodução

Jornal GGN – Revelado pelo Wikileaks, documento interno do governo dos EUA mostra como o país treinou agentes judiciais brasileiros, incluindo o juiz federal Sérgio Moro. Datado de 2009, o informe pede um treinamento aprofundado em Curitiba, vara do juiz que comanda a Operação Lava Jato.

Chamado de “Projeto Pontes”, o seminário pretendia consolidar a aplicação bilateral de leis e habilidades rpáticas de contraterrorismo, e contou com a participação de juízes federais e promotores dos 26 estados brasileiros, além de 50 policiais federais. Também estavam presentes representantes do México, Costa Rica, Panamá, Argentina, Uruguai e Paraguai.

Segundo o memorando, houve diversos debates sobre os segredos da “investigação e punição nos casos de lavagem de dinheiro, incluindo a cooperação formal e informal entre os países, confisco de bens, métodos para extrair provas, negociação de delações, uso de exame como ferramenta, e sugestões de como lidar com Organizações Não Governamentais (ONGs) suspeitas de serem usadas para financiamento ilícito”.

Em determinado ponto, o documento pede ministrar cursos mais aprofundados em Curitiba, São Paulo e Campo Grande, e conclui que “o setor judiciário brasileiro claramente está muito interessado na luta contra o terrorismo, mas precisa de ferramentas e treinamento para empenhar forças eficazmente. […] Promotores e juízes especializados conduziram no Brasil os casos mais significativos envolvendo corrupção de indivíduos de alto escalão”.

‘Conselho’ no governo Bolsonaro, agora só os dados pelo presidente

 

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Presidente Jair Bolsonaro/Foto: Reprodução

Centenas de conselhos, grupos de trabalho e comitês existentes na estrutura do governo federal estão na ‘mira’ do ex-capitão e presidente Jair Bolsonaro. Para ser mais preciso, eles totalizam cerca de 600 e praticamente todos serão extintos.

De acordo com o Congresso em Foco praticamente todos serão extintos. A medida esta inclusa entre as várias adotadas por Bolsonaro na ´quinta-feira (11), através decreto.

Os conselhos que não seguirem rigorosamente o comando do Palácio do Planalto, serão sumariamente ‘eliminados’.

Dallagnol não aparece para falar de acordo bilionário e deputados querem instalar CPI

 

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Cadeira reservada para Dallagnol ficou vazia durante o debate na Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público; à mesa, o deputado Rogério Correia – Foto: Gabriel Paiva

Convidado pela Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público da Câmara Federal, nesta quinta-feira (11), parar esclarecer o acordo que envolveria R$ 2,5 bilhões da Petrobras a uma fundação privada e administrada pela Lava Jato no Paraná, o procurador Deltan Dallagnol não compareceu.

Diante da ausência do procurador os membros da Comissão defenderam a instauração de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar essa e outras movimentações da Força-Tarefa do Ministério Público Federal (MPF).

Informações Revista Fórum

Senado aprova proposta que facilita medidas de proteção às mulheres

 

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Foto: Reprodução

O Senado Federa aprovou na noite desta terça-feira (9), o Projeto de Lei 94/2018, que autoriza a polícia a aplicar medidas protetivas de urgência para mulheres vítimas de violência doméstica e seus dependentes. A matéria vai a sanção do presidente da república.

Durante a discussão da proposta a senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA), destacou a gravidade da violência que mulheres, principalmente as mais pobres, estão submetidas em todo o país.

“Os dados sobre a violência contra mulheres no Brasil são assustadores. São cerca de 4.500 mulheres assassinadas anualmente no país”, lembrou a senadora.

O projeto determina que, verificada a existência de risco atual ou iminente à vida ou à integridade física da mulher, ou a seus dependentes, o agressor deverá ser imediatamente afastado do lar, domicílio ou local de convivência com a ofendida.

A medida de afastamento imediato caberá à autoridade judicial (juiz de direito), ao delegado de polícia (quando o município não for sede de comarca) ou ao policial (quando o município não for sede de comarca e não houver delegacia disponível no momento da denúncia).

(Com informações da Agencia Senado)

Carlos Brandão lidera comitiva do governo na XXII Marcha à Brasília

 

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Foto: Reprodução

O Vice-Governador Carlos Brandão lidera a comitiva do governo do Maranhão, na XXII Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios. O evento foi iniciado nesta terça-feira (9) e se estenderá até a próxima quinta-feira (11).

O evento reúne representantes de todas as esferas governamentais que debaterão um conjunto de demandas dos gestores municipais de todo Brasil. O vice-governador destacou a importância do evento.

“É um grande momento para debater os problemas dos municípios e encontrarmos soluções. A maioria das reivindicações são justas e merecem serem debatidas. Esperamos discussões frutíferas e soluções para os prefeitos”, pontuou Carlos Brandão.

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Foto: Reprodução