Queda de Vélez: informação de Eliane Cantanhêde não era fake news

 

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Foto: Reprodução

O presidente Jair Bolsonaro anunciou na manhã desta segunda-feira (8), a saída de Ricardo Vélez do Ministério da Educação, a mudança já era esperada. Substituirá Vélez na pasta Abraham Weintraub, que estava lotado na Casa Civil.

“Comunico a todos a indicação do Professor Abraham Weintraub ao cargo de Ministro da Educação. Abraham é doutor, professor universitário e possui ampla experiência em gestão e o conhecimento necessário para a pasta. Aproveito para agradecer ao prof. Velez pelos serviços prestados”, afirmou Bolsonaro no comunicado.

A queda de Vélez do MEC havia sido anunciada pela Jornalista da Globo News, Eliane Cantanhêde, no dia 27 de março no twitter, mas o próprio Bolsonaro também na rede social tratou de negar e ainda classificou a informação de feke news.

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Brasil mais dividido e cheio de ódio

 

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Governador Flávio Dino/Foto: Reproodução

Acontecimentos do final de semana, para ser mais preciso no domingo (6), ainda repercutem negativamente para país. O dia foi marcado novamente por manifestações populares nas principais cidades brasileiras, em apoio e contra: Lula, Lava-Jato, Bolsonaro, Sérgio Moro, Esquerda e Direita.

O governador do Maranhão Flávio Dino na sua conta no twitter chamou atenção para importância do exercício da democracia, mas alertou para intolerância registrada em meio aos acontecimentos.

“Um dia de domingo: cidadão é fuzilado por “equívoco”; mulher é agredida por 3 homens em face de posições políticas; jornalista da TV é ameaçado de morte em razão de reportagem. Essa é uma característica do ethos fascista: a violência”, alertou Dino.

O fato é que o Brasil a cada dia fica mais dividido e cheio de ódio. Nesse contexto, o governador alertar a população sobre o perigo que tudo isso representa para democracia brasileira e o futuro do país.

“Um projeto nacional de bem-viver no Brasil deve ter como meta superar o ódio entre os brasileiros e brasileiras, promover a união em busca de um destino comum, respeitar as diferenças e lutar contra as desigualdades que explicam fuzilamentos por “equívoco”, acrescentou Flávio Dino.

Metade acha que Bolsonaro ‘trabalha pouco’ e 39% o consideram ‘pouco inteligente’

 

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Presidente Jair Bolsonaro tem a pior avaliação de um presidente nos primeiros três meses de governo, desde 1990/Foto: Reprodução

Jair Bolsonaro já é o pior presidente nos primeiros três meses de governo desde 1990. A avaliação foi realizada pelo Datafolha e divulgada neste domingo (7), pelo Jornal Folha de São Paulo.

Foram ouvidos 2.086 pessoas com mais de 16 anos, em 130 municípios, nos dias 2 e 3 abril. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Com 30% de reprovação é a pior avaliação para um presidente da República no início de primeiro mandato desde 1990. Fernando Collor (então no PRN) tinha 19% de reprovação após três meses, contra 16% de FHC (PSDB), 10% de Lula (PT) e 7% de Dilma (PT).

A ex-presidente é quem tinha a melhor avaliação: 47% de ótimo/bom em 2011. Lula tinha 43%, contra 39% de FHC e 36% de Collor.

Expectativa

A expectativa com o governo também é a pior, após três meses de mandato, desde 1995: 59% esperam que Bolsonaro faça um governo ótimo ou bom, contra 48% de FHC, 76% de Lula e 77% de Dilma.

Antes da posse, 65% esperavam que Bolsonaro fizesse um governo ótimo ou bom, contra 17% de regular e 12%, ruim ou péssimo. Hoje, os que acreditam em um governo regular são 16% e ruim/péssimo, 23%.

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Metade dos entrevistados pelo Datafolha julga que o presidente “trabalha pouco” e 39% consideram que ele é “pouco inteligente”.

(Informações G1)

Líderes no Congresso dão nota 2,5 a Bolsonaro, a escala vai de 1 a 5

 

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Jair Bolsonaro, Tereza Cristina e Ricardo Vélez/Foto: Reprodução
O Site Congresso em Foco a cada três meses faz um levantamento através do Painel do Poder junto aos líderes no Congresso Nacional, sobre o desempenho do governo, medidas políticas adotadas, chances de êxito das propostas em debate no Legislativo e percepções sobre a conjuntura política, econômica e social.

O resultado da primeira pesquisa do primeiro levantamento de 2019, relacionado aos primeiros três meses do atual governo, avaliou o desempenho do presidente Jair Bolsonaro e de membros da sua equipe.

Entre os ministros, Tereza Cristina (Agricultura, com 3,3) é a melhor avaliada. Ricardo Vélez (Educação, com 1,8) é o pior avaliado.

Avaliação dos principais membros do governo

(Média ponderada para nota mínima de 1 e máxima de 5)

Jair Bolsonaro, presidente – 2,5

Hamilton Mourão, vice-presidente – 2,9

Tereza Cristina, ministra da Agricultura – 3,3

Augusto Heleno, ministro de Segurança Institucional – 3,0

Luiz Henrique Mandetta, ministro da Saúde – 3,0

Sérgio Moro, ministro da Justiça – 3,0

Osmar Terra, ministro da Cidadania – 2,9

Paulo Guedes, ministro da Economia – 2,9

Azevedo e Silva, ministro da Defesa – 2,7

Onyx Lorenzoni, ministro da Casa Civil – 2,3

Ricardo Salles, ministro do Meio Ambiente – 2,3

Damares Alves, ministra dos Direitos Humanos – 2,2

Ernesto Araújo, ministro das Relações Exteriores – 2,1

Ricardo Vélez, ministro da Educação – 1,8

(Do Site Congresso em Foco)

Para Bolsonaro radares nas estradas pode ter objetivo apenas de multar

 

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Foto: Reprodução

Da  Gazeta do Povo

O presidente Bolsonaro (PSL) anunciou no twitter neste domingo (31), que está cancelado instalações de radares eletrônicos em rodovias federais cujo contratos serão revisados e avaliado a necessidade deles.

“Após revelação do @MInfraestrutura de pedidos prontos de mais de 8.000 novos radares eletrônicos nas rodovias federais do país, determinei de imediato o cancelamento de suas instalações. Sabemos que a grande maioria destes têm o único intuito de retomo financeiro ao estado”, disse em tom de preocupação com motoristas flagrados cometendo infrações nas rodovias.

Ele diz ainda que “verificando a real necessidade de sua existência para que não sobrem dúvidas do enriquecimento de poucos em detrimento da paz do motorista.”

Estudos revelam que a redução da velocidade média no trânsito resultou na diminuição de acidentes e mortos. Na França onde foram instalados radares nas rodovias entre 2003 e 2004, A queda da velocidade média nas rodovias sofreu uma redução de 36% no número de mortes no trânsito.

Radares inibem motoristas de desrespeitar os limites de velocidade implantados para aumentar a segurança viária. Respeitar o limite é uma questão legal, independentemente de haver radar ou não. Se você for multado é porque não seguiu a legislação de trânsito.

Bancada do PSL ameaça abandonar Bolsonaro: ou muda, ou tiram o corpo fora

 

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Bolsonaro e a bancada do PSL (Foto: Arquivo/Governo de Transição)

Segundo a coluna Painel, da jornalista Daniela Lima, na Folha de S. Paulo desta segunda-feira (25), para alguns deputados do PSL partido de Jair Bolsonaro, as batidas de cabeça na articulação política do governo e desprestigio da bancada podem leva-los a abandonar o barco da Reforma da Previdência.

De acordo com a publicação, eles não querem carregar o peso de defender o pacote de maldades contra os trabalhadores brasileiros sem receber nada em troca. Até o Ministério da Educação estaria na pauta de negociação. Há quem defenda o nome Bia Kicis (PSL/DF) para o comando da pasta.

Líder do PSL na Casa, o deputado Delegado Waldir (PSL) deve chamar reunião com a bancada para esta quarta (27) para definição da “nova postura” em relação ao Planalto. Para os parlamentares do PSL: ou Bolsonaro muda, ou tiram o corpo fora.

Os parlamentes devem, após esse encontro, reivindicar agenda direta com Bolsonaro e um canal de diálogo permanente com o presidente.

O Planalto, por ora, mantém resistência em negociar com o que chama de “velha política”.

Na semana passada, Delegado Waldir declarou que a legenda abriria mão da indicação de relatores para a PEC da Reforma da Previdência.

Até o deputado Alexandre Frota (PSL) – que de entusiasta, tornou-se persona non grata para o presidente – também twittou sobre a dificuldade de viabilizar a proposta que, na prática, desmonta o Sistema de Seguridade Social no Brasil.

(Revista Forum)