Paraceria entre a Agência Pública e The Intercept publicarão nesta quarta-feira (1º), diálogos entre a Polícia Federal e FBI relacionados às investigações da Polícia Federal. O anúncio da publicação no twitter em tom de ‘bomba’ foi feito pela Agência Pública.
💣Coloca o relógio para despertar bem cedo porque amanhã tem bomba da Agência Pública em parceria com o @TheInterceptBr: diálogos vazados mostram proximidade entre Polícia Federal e FBI na investigação da Lava-Jato. Receba por e-mail antes: https://t.co/01Wi3I4iQd#VazaJatopic.twitter.com/wjl72RUsv0
A Polícia Federal e CGU (Controladoria Geral da União) deflagraram nesta terça-feira (9), a operação batizada de “Cobiça Fatal” que investiga fraude em licitações com o objetivo de desviar recursos que seriam usados no combate ao coronavírus.
Foram cumpridos três mandados de prisão, 14 de busca e apreensão, além do sequestro de bens e bloqueio de contas dos investigados no valor de R$ 2,3 milhões.
Um dos alvos é a Secretaria Municpal de Saúde em São Luís, que segundo primeiras informações, foram verificados indícios de superfaturamento na compra de 320 mil máscaras. Elas teriam custado R$ 9,90 a unidade, quando de acordo com a PF, o preço médio é R$ 3,17.
A PF e CGU investigam contratos das mesmas empresas alvos da Operação “Cobiça Fatal” nos muncípios de Timbiras/MA, e Matinha/MA. O fornecimento dos mesmos insumos já teriam sido formalizados também da mesma forma em Icatu/MA, Cajapió/MA, Lago do Junco/MA, e Porto Rico do Maranhão/MA.
O ex-bolsonarista, Alexandre Frota, deputado federal pelo PSDB-SP, agora adversário e critico implacáveis da família bolsonaro, nesta quinta-feira (28), motivado pela operação da PF contra fake news e ataques aos ministros do STF, fez uma convocação nas redes sociais para a batalha contra o presidente da república e seus aliados.
“Ontem a quadrilha digital começou a ser desmontada no Brasil” disse Frota no twitter.
Chamou atenção de muitos o fato de Alexandre Frota concordar com o ex-presidente Lula, que também no twitter, alertou para o risco e intensão de Bolsonaro em promover a ruptura democrática no Brasil.
Um aviso aos democratas do Brasil: os golpistas já colocaram o pé na nossa varanda. Se não houver reação, eles arrombarão a nossa porta.
O governador FLávio Dino contestou o presidente Bolsonaro nas redes sociais, após este defender aliados alvos da operação da PF que investiga de fake news. A ação foi determinada pelo ministro do STF, Alexandre de Moraes.
Para o presidente a operação foi “um sinal que algo de muito grave está acontecendo com a democracia”, e que os investigados são ‘cidadãos de bem’ exercendo o ‘direito de expressão’.
Em resposta Flávio Dino disse que ‘sinal de algo grave com nossa democracia’ é a “indevida pressão do presidente da República sobre o Supremo Tribunal Federal”.
Ver o presidente da República exercendo indevida pressão sobre o Supremo Tribunal Federal é um sinal que algo de muito grave está acontecendo com nossa democracia. pic.twitter.com/6Wzhsbkk6d
Alexandre Ramagem e a esposa, Rebeca, com jair Bolsonaro (Foto: Carolina Antunes/PR)
Amigo dos filhos do presidente, o delegado da Polícia Federal, Alexandre Ramagem, atual diretor da Agência Brasileira de Informação, teria se irritado com as especulações que ligam seu nome ao suposto vazamento a Flávio Bolsonaro de informações sobre a operação Furna da Onça, que investiga o esquema de rachadinhas no gabinete do então deputado estadual, que seria comandada pelo miliciano Fabrício Queiroz.
A pessoas próximas, Ramagem diz não ter qualquer relação com a ação por uma questão cronológica, segundo nota na coluna Painel, na edição desta terça-feira (19) da Folha de S.Paulo. Ramagem trabalhava em Brasília em 2018. Ele só começou a atuar na segurança do presidente no dia seguinte ao segundo turno das eleições.
A informação do vazamento foi revelada pelo empresário Paulo Marinho, um dos principais articuladores da campanha presidencial de Jair Bolsonaro.
Suspeito do vazamento, Ramagem diz que só conheceu Bolsonaro quando tornou-se segurança de sua campanha, no dia 29 de outubro de 2018. Ele diz que estava no Rio nesta data e teve que comprar um terno para se apresentar ao então presidente eleito.
Segundo Marinho, o vazamento da informação para Flávio Bolsonaro teria ocorrido entre o primeiro e o segundo turnos das eleições por um delegado da Polícia Federal que era simpatizante da candidatura do pai. (Revista Fórum)
O Secretário de Direitos Humanos no Maranhão, Francisco Gonçalves, informou neste sábado (4), que o índio identificado como Antonio Filho encontrado baleado na área das Terras Indígenas Arariboia, está internado no Socorrão, na cidade de Imperatriz. O indígena que faz parte da tribo Gujajara foi alvejado com um tiro na cabeça.
O secretário Francisco Gonçalves solicitou ao Ministério da Justiça auxilio da Força Nacional e ações da Polícia Federal na região, para apurar a tentativa de homicídio do índio Antonio Filho e outros crimes na região.
Na semana passada, o líder indígena e professor Zezico Rodrigues Guajajara foi encontrado morto, próximo a Aldeia Zutiuá no município de Arame, localizado a 476 km de São Luís. Ontem o Secretário de Direitos Humanos, Francisco Gonçalves, informou que a Polícia Cível do Estado, identificou os autores e um relatório sobre o caso foi encaminhado à Polícia Federal que deve conduzir o inquérito que investiga o crime. O clima na aldeia é ainda tenso.
Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (10/12) a Operação STELLIO, de combate a crimes de estelionato e associação criminosa praticados mediante a utilização de documentos falsos para efetuar o saque de créditos de precatórios judiciais. O precatório judicial é um documento emitido pela Justiça para que o Poder Público efetue o pagamento de uma condenação judicial.
A operação aconteceu em cinco estados: São Paulo, Minias Gerais, Maranhão, Rio de Janeiro e Pará. No Maranhão ações aconteceram em São Luís e Imperatriz. Os mandados de prisões, buscas, bloqueios de bens e apreensões foram expedidas pela 2ª Vara da Justiça Federal em Montes Claro-MG. (Informações Polícia Federal)
A Polícia Federal em Minias Gerais fez buscas nesta sexta-feira (21), no escritório de Zanone Manuel de OLiveira, advogado de Adélio Bispo de Oliveira que deu da facada em Bolsonaro, durante a campanha eleitoral. Os homens de preto querem saber quem está pagando a defesa de Adélio.
Os advogados têm mantido essa informação sob sigilo, e nem cogitam dizer, o que aguça mais a curiosidade dos investigadores. Adélio Bispo é investigado pelo atentado, após ser denunciado na Lei de Segurança Nacional.
A polícia quer descobrir se Adélio tem ligações com outras pessoas e grupos que podem ter encomendado ou ajudado no ataque. A polícia investiga e-mails, dados telefônicos e conversas do acusado nos últimos cinco anos. Por enquanto o entendimento que se tem é que ele agiu só.