Renato Federa disse que recusou o convite de Bolsonaro para o MEC

 

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Renato Feder, secretário de Educação e Esportes do Paraná. Ele recusou o convite de Bolsonaro para assumir o MEC/Foto: Reprodução

“Recebi na noite da última quinta-feira uma ligação do presidente Jair Bolsonaro me convidando para ser ministro da Educação. Fiquei muito honrado com o convite, que coroa o bom trabalho feito por 90 mil profissionais da Educação do Paraná. Agradeço ao presidente Jair Bolsonaro, por quem tenho grande apreço, mas declino do convite recebido. Sigo com o projeto no Paraná, desejo sorte ao presidente e uma boa gestão no Ministério da Educação”, escreve Felder

Aulas presenciais no Maranhão devem ser retomadas dia 3 de agosto

 

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Secretário Felipe Camarão, Educação do Maranhão

O Governo do Maranhão publicou, nesta terça-feira (30), o  Decreto de Retorno das aulas presenciais nas instituições de ensino em todo estado, a partir do dia 3 de agosto.

“Aulas presenciais no Maranhão, nas redes municipais, privadas e estadual, continuam suspensas até o dia 2 de agosto. Em julho nova avaliação será efetuada. De todo modo, já editamos o protocolo sanitário para o setor educacional. Protocolos pedagógicos ainda serão elaborados”, governador Flávio Dino.

O documento aponta as diretrizes para o retorno das atividades presenciais, das diversas instituições de ensino.

“.. dentro das ações que adotaremos para esse retorno, está previsto o ensino híbrido como uma das formas para evitarmos aglomerações nas escolas. Estamos planejando essa volta com muita cautela, pensando principalmente na segurança da comunidade escolar..”, destacou Felipe Camarão, secretário de Estado da Educação.

A definição da data para o retorno e o estabelecimento dos protocolos pedagógicos caberão ao respectivo órgão responsável por cada instituição, sendo Secretaria de Estado da Educação (Seduc) para as escolas da rede pública estadual; aos colegiados superiores das universidades e demais instituições de ensino superior; e às prefeituras para as escolas ligadas às redes municipais. Para as escolas da rede privada, a data para retorno e o estabelecimento dos protocolos pedagógicos deverão ser definidos em conjunto entre pais e/ou responsáveis e instituição de ensino.

Bolsonaro recebe indicações para lugar de Carlos Decotelli ‘o breve’

 

o breveCom o desembarque de Decotelli do governo, Bolsonaro recebeu a indicação de diversos nomes para o comandar o Ministério da Educação.

Militares indicaram Anderson Ribeiro Correia, reitor do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA).

Ele é também ex-presidente da Capes e foi membro do Conselho Deliberativo do CNPQ. (Informações O Antagonista)

Universidade da Alemanha desmente Decotelli que edita currículu novamente

 

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O novo ministro da Educação, Carlos Alberto Decotelli, que ainda não tomou posse nesta segunda-feira (29), editou novamente seu currículo e retirou o titulo de pós-doutorado em Universidade da Alemanha.

A Universidade desmentiu o titular do MEC e informou que ele não possui pós-doutorado na instituição.

Agora, no currículo de Decotelli, consta apenas que ele “construiu um projeto de pesquisa intitulado ‘Sustentabilidade e Produtividade na automação de máquinas agrícolas’ na Universitat Wuppertal, na Alemanha”.

Essa é a segunda edição em seu currículo feita em menos de três dias. Logo após o anúncio de sua nomeação, o reitor da Universidade Nacional de Rosário, da Argentina, desmentiu Decotelli, e disse que ele foi reprovado na tese de doutorado.(Revista Fórum)

Maioria da população no Brasil é contra volta às aulas

 

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Foto: Reprodução

Segundo pesquisa Datafolha, realizada em todas às regiões do Brasil e faixas etárias, mostra que 76% da população é contra a volta às aulas presenciais nos proximos dois meses.

O instituto ouviu 2.016 pessoas nos últimos dias 23 e 24 de junho, por telefone. A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais, para mais ou menos.

Apesar da maioria de 52% da população concordar a volta das atividades comerciais nos estados e municípios, apenas 21% defendem a volta às aulas, nesse momento da pandemia.

Márcio Jerry classifica de ‘ditatorial’ a MP de Bolsonar para escolha de reitores

 

Deputado Federal Márcio Jerry (PCdoB-MA), chamou MP para esolha de reitores de “Ditatorial’/Foto: Reprodução

O governo Bolsonaro através do Ministério da Educação voltou direcionar e intensificar as ações de interferência na autonomia das Universidades Federais. Foi publicado no Diário Oficial da União desta quarta-feira (10), uma Medida Provisória que autoriza o ministro, Abraham Weintraub, escolher reitores universidades federais durante a pandemia.

O deputado Márcio Jerry, vice-líder do PCdoB na Câmara Federal, reagiu e protestou contra a medida adotada pelo governo Bolsonar, que segundo ele, atinge de morte o cater democrático de escolha dos reitores nas universidades.

A MP já está em vigor, mas o texto precisa ainda ser aprovado pelo Congresso em até 120 dias para não perder a validade. A medida do govern Bolsonaro exclui a necessidade de consulta a professores e estudantes ou a formação de lista para escolha dos reitores. Veja a publicação da MP no “Diário Oficial da União”

Volta as aulas não acontecerá dia 15 como havia sido decretado no MA

 

Foto: Reprodução

O governador Flávio Dino informou nesta sexta-feira (5), que as aulas presencias nas escolas do Maranhão, não serão retomadas no proximo dia 15 de junho, com havia sido prevista semana passada através de decreto, mesmo com adoção de várias medidas de prevenção contra o coronavírus.

Está sendo estudada novas datas que serão para serem anunciadas na proxíma semana.

“Não haverá retomada de aulas presenciais no dia 15 de junho no Maranhão. Como diz o Decreto editado na semana passada, datas serão objeto de nova PREVISÃO na próxima semana” disse Flávio Dino no twitter..

Só o senador Flávio Bolsonaro votou contra o adiamento do Enem

 

Senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), único a votar contra o projeto que adia o Enem 2020/Foto: Reprodução

A aprovação no Senado do projeto que adia a realização do Enem 2020, foi muito bem recebida pela população, educadores e principalmente os estudantes mais pobres. Até a liderança do governo orientou voto favorável ao adiamento.

O placar no Plenário do Senador foi de 75 votos a favor e apenas 1 contra. O único voto contrário foi do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), filho do presidente.

Nas redes sociais o senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), ao comentar a aprovação do projeto, declarou que o resultado mostra que o Congresso está ao lado dos brasileiros.

“O Senado aprovou o adiamento do Enem deste ano em nome de todos os estudantes brasileiros, principalmente da rede pública, que tiveram suas aulas e estudos interrompidos pela pandemia. O Congresso está ao lado dos brasileiros que são mais atingidos por este triste vírus”,disse o Senador.

Contrário ao adiamento do Enem em meio a pandemia do coronavírus, o ministro Weintraub (Educação), já admite o adiamento.