O ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio(PSL), foi exonerado. O decreto está publicado no Diário Oficial da União desta quarta-feira(6). Assessores de Marcelo, informaram que será temporária, para tomar posse na Câmara.
A exoneração acabou sendo relacionada com as suspeitas que Marcelo Álvaro Antonio e usou candidatas laranjas em benefício próprio em Minas Gerais, conforme revelou a Folha de S.Paulo na última segunda-feira (4). Ele era o único dos quatro ministros de Bolsonaro com mandato na Câmara que não havia sido empossado. Ele teria faltado à posse questões de saúde.
Segundo a Folha, quatro candidatas do PSL em Minas Gerais receberam R$ 279 mil do comando nacional do partido, por indicação de Marcelo Álvaro Antônio, para disputar a eleição. Ele é o presidente do diretório partidário em Minas.
Do total, R$ 85 mil foram destinados oficialmente a empresas de assessores, parentes ou sócios de assessores do ministro, de acordo com a reportagem.
Deputado Rafael Leitoa (PDT), Flávio Dino (Governador), Othelino Neto (Presidente da Assembleia Legislativa) e Marcelo Tavares (Casa Civil)/Foto: Reprodução
Único representante da importante cidade de Timon na atual legislatura estadual, o deputado Rafael Leitoa (PDT), foi oficializado pelo governador Flávio Dino como novo líder do governo na Assembleia Legislativa do Maranhão.
O desempenho do parlamentar na legislatura anterior, mesmo exercendo praticamente como suplente, garantiu a Rafael Leitoa o novo mandato e o papel de destaque na função de líder do governo.
A última vez que Timon teve apenas um representante em São Luís foi em 2013, quando o então deputado estadual Luciano Leitoa (PSB) renunciou ao mandato para assumir a Prefeitura da cidade, ficando apenas Alexandre Almeida com a representação do município na capital.
Flávio Dino (Governador do Maranhão) e Sérgio Moro (Ministro da Justiça e Segurança)/Foto: Reprodução
O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), reagiu com incredulidade e critica ao projeto anticrime de Sérgio Moro (Ministro da Justiça e Segurança) e o governo Bolsonaro para combater a corrupção e o crime organizado no Brasil.
Nesta segunda-feira (4), Sérgio Moro, apresentou o pacote de propostas para o deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), Presidente da Câmara Federal, Governadores e Secretários de Segurança. O projeto prevê alterações no Código Penal, no Código de Processo Penal, na Lei de Execução Penal, na Lei de Crimes Hediondos e no Código Eleitoral.
Na mensagem enviada hoje ao Congresso Nacional, o presidente Bolsonaro afirma que o governo Brasileiro declarou “guerra” ao crime organizado. As medidas terão que ser apreciadas e aprovados pelo Congresso. “O governo brasileiro declara guerra ao crime organizado. Guerra moral, guerra jurídica, guerra de combate. Não temos pena nem medo de criminoso. A eles sejam dadas as garantias da lei e que tais leis sejam mais duras. Nosso governo já está trabalhando nessa direção”, afirmou o governo na mensagem.
No twitter o ex-juiz federal e governador do Maranhão, Flávio Dino, disse ser necessário mais que declarações e projetos para combater o crime organizado. É imperativo dá exemplo.
Ainda no twitter, o comunista alertou para as consequências dessas medidas caso sejam aprovadas e aplicadas sem analise rigorosa. Para ele, o “pacote” de Moro e Bolsonaro pode ser um ‘tiro no pé’, dando como exemplo agravamento da superlotação dos presídios, que segundo ele, fortalecerá mais ainda as facções criminosas. Dino também lembrou que há vários projetos bons em tramitação e a serem enviados ao Congresso que deveriam ser contemplados. Por fim, ressaltou a recente experiência do Maranhão no combate e redução da criminalidade.
Após “inspeção surpresa” do general Carlos Alberto dos Santos Cruz, semana passada na sede da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), no Rio de Janeiro, a direção da empresa anunciou a reestruturação dos quadros e redução de 45 cargos em comissão.
As demissões atingem funcionários do Rio, Brasília, São Paulo e Maranhão. Na nota da EBC consta o fim do Programa jornalístico Repórter Brasil Maranhão.
Na lista de demitidos divulgados está o nome de Anna Graziella Santana Neiva Costa, Superintendente da EBC no Maranhão, indicada para o cargo pelo ex-presidente José Sarney.
Para quem ainda tinha dúvidas sobre a permanência de Márcio Jerry, na equipe do governador Flávio Dino, acabou nesta segunda-feira (28). Através de sua conta no twitter ele anunciou que continuará a lutar em favor do Maranhão e do governo que ajudou construir, mas em outra frente.
Amigo pessoal e aliado de Flávio Dino desde os primeiros passos na política, apesar de experiente militante político será a primeira vez que Márcio Jerry exercerá um mandato credenciado pelas urnas. Almejando voos mais altos, na Câmara Federal terá um espaço importante para seus objetivos onde pretende ser uma das vozes mais destacadas do Maranhão. Márcio Jerry deixará comando da SECAP (Secretaria de Estado da Comunicação e Articulação Política), onde exerceu função estratégica no governo Flávio Dino.
Presidente Jair Bolsonaro e Ricardo Vélez Rodríguez Ministro da Educação/Foto: Reprodução
O ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez, afirmou que “a ideia de universidade para todos não existe” e que devem ficar reservadas apenas à “elite intelectual”. Em entrevista ao Valor Econômico , Vélez defendeu que os jovens utilizem o ensino técnico, uma das bandeiras do presidente Jair Bolsonaro (PSL) durante a campanha.
“As universidades devem ficar reservadas para uma elite intelectual, que não é a mesma elite econômica [do País]”, afirmou Vélez, que afirmou buscar um modelo de educação parecido com o da Alemanha. Segundo o ministro da Educação , não há a possibilidade de cobrar mensalidade em universidades públicas, mas é “urgente” reequilibrar os orçamentos.
Vélez também defendeu que haja enxugamento no Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), que já havia sido iniciado pelo ex-presidente Michel Temer (MDB). Para ele, deve haver uma proximidade com o ensino técnico para que os jovens entrem mais rápido no mercado de trabalho, além de alteração em alguns pontos da reforma do Ensino Médio, aprovada por Temer no ano passado.
Para o ministro, os cursos técnicos trazem um retorno financeiro maior e mais rápido aos jovens do que a graduação e não faz sentido que um advogado estude por anos para “virar motorista de Uber”. “Nada contra o Uber, mas esse cidadão poderia ter evitado perder seis anos estudando legislação”, justificou.
Vélez ainda criticou o que chamou de “ideologia de gênero” nas escolas, que ensinam “menino a beijar menino e menina a beijar menina” e afirmou que a nova estratégia do MEC será “uma virada brusca” para atender municípios com apoio financeiro. “As pessoas chegaram até a escola, é hora de a escola chegar às pessoas”, afirmou.
A prioridade dos cem primeiros dias da gestão será o programa Alfabetização Acima de Tudo, que será comandado pelo secretário de alfabetização, Carlos Francisco Nadalim. Conhecido por suas posições conservadoras e um canal no Youtube onde faz críticas a educadores consagrados como Paulo Freire, ele garante que vai convocar uma conferência para ouvir especialistas de todas as vertentes em alfabetização.
O ministro da Educação defendeu também defendeu as escolas cívico-militares, afirmou que o projeto é economicamente viável e disse que as escolas que quiserem aderir poderão manter seus projetos pedagógicos. “Exemplos já existentes mostram que basta meia dúzia de militares para que os traficantes parem de aliciar os jovens”, disse Vélez.
A cirurgia para retirada da bolsa de colostomia no presidente Bolsonaro que está sendo realizada nesta segunda-feira(28), no Hospital Albert Eistein, em São Paulo, com previsão de duração de 3 horas, já está rendendo nos meios políticos.
Em política qualquer coisa serve para usar, dependendo do interesse, e questões de saúde tem se tornado excelente para recuar ou avançar politicamente no Brasil.
Nesse contexto, o senador Renan Calheiros (MDB-AL), que pretende retornar à presidência do Senado, mesmo negando, aproveitou o domingo e através do twitter desejou sucesso ao presidente Bolsonaro, lembrando o ocorrido com Tancredo Neve em 1985.
Entrevista à agência de notícias Bloomberg, em Davos Foto: Reprodução
O presidente Jair Bolsonaro ao ser questionado sobre as denuncias contra seu filho Flávio Bolsonaro, ontem quarta-feira (23) durante entrevista a agência de notícias Bloomberg na Suiça, onde participa do Forum Internacional em Davos, ele respondeu de forma dura.
“Se por acaso ele errou e isso for provado, eu lamento como pai, mas ele terá que pagar por essas ações que não podemos aceitar”, declarou.
Após a repercussão da sua fala e as especulações sobre um possível isolamento do Flávio Bolsonaro, o presidente voltou no mesmo dia falar sobre o assunto, dessa vez à TV Record, onde mudou e tom passando a defender o filho.
Entrevista à TV Record também em Davos/Foto: Reprodução
“Acredito nele. A pressão em cima dele é para tentar me atingir. Ele tem explicado tudo o que acontece com essas acusações infundadas, que teve sim seu sigilo quebrado”, afirmou na entrevista concedida em Davos, na Suíça. “Nós não estamos acima da lei. Pelo contrário, estamos abaixo da lei. Agora, que se cumpra a lei, não façam de maneira diferente para conosco. Não é justo atingir o garoto, fazer o que estão fazendo com ele, para tentar me atingir”, disse Bolsonaro.
As investigações do COAF que vinham tendo como alvo principal Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro, senador eleito e filho mais velho do presidente, acabou caindo no ‘colo do governo’ causando forte desgaste.