Prefeito Edivaldo Holanda Jr. e o Secretario Nonato Chocolate (Semapa)/Foto: Reprodução
Lançado em dezembro do ano passado, o projeto ‘Feira Livre no Shopping’ acontecerá nesta terça-feira (8), no Golden Shopping Calhau, e ficará sendo realizada toda semana sempre às terças-feiras, a partir das 17h, no estacionamento externo.
Além dos produtos agrícolas e tipicos do Maranhão que serão comercializados na feira, na parte cultural haverá apresentações de Chorinhos e Forro Xeleléu (Pé de Serra).
O projeto é realizado pela Prefeitura de São Luís, através da Secretaria Municipal de Agricultura, Pesca e Abastecimento (Semapa) em parceria com Sebrae e iniciativa privada e tem objetivo de alavancar, agregar, inovar e gerar benéficos econômicos, sociais e culturais aos frequentadores desse novo espaço de comercialização de produtos hortifrutigranjeiro e cultural na capital.
Estacionamento externo do Golden Shopping Calhau, local de realização da Feirinha Livre
Segundo o secretário Nonato Chocolate, a partir de janeiro de 2019, a feira deverá acontecer regularmente uma vez por semana nos shoppings. A experiencia da feira foi realizado experimentalmente nos Shoppings da Ilha e Rio Anil e obteve boa receptividade.
Flávio Dino (Governador do Maranhão)/Foto: Albani Ramos
Folha de São Paulo – Empossado para mais quatro anos como governador Maranhão, Flávio Dino (PC do B) prevê um ciclo de baixo crescimento econômico e dificuldades para os estados.
À frente de um dos estados mais pobre do país, diz que buscará uma relação institucional respeitosa com o presidente Jair Bolsonaro, mesmo lhe fazendo oposição.
Por outro lado, critica a “lógica de confrontos eternos” de Bolsonaro e seus ministros: “É como se fosse um amor pela guerra”.
O senhor assume para um segundo mandato enfrentando um cenário econômico ainda mais complexo do que em 2015. Será um ciclo de maior dificuldade?
Acho que teremos um crescimento econômico baixo, mas a gente consegue atravessar 2019. Conseguimos terminar o primeiro mandato com o salário dos servidores em dia e com as dívidas com os bancos sendo pagas normalmente. Temos algum atraso com fornecedores, mas nada alarmante. De qualquer forma, desde novembro estamos fazendo um ajuste nas despesas, com renegociação de contratos em várias áreas.
Sendo um governador de um partido de oposição ao presidente, como pretende conseguir repasses voluntários do governo federal?
Não faço planejamento contando com novos recursos federais. Não está na minha contabilidade. Se aparecer [o recurso], ótimo. O que espero do governo federal é que ele faça sua parte, garantindo estabilidade e crescimento da economia.
Mas o senhor buscará pontes com o presidente?
Nosso desejo é que a relação com o novo governo se dê normalmente como aconteceu como Michel Temer. Fui oposição a Temer, mas tivemos uma relação institucional absolutamente normal. Eu não vou renunciar a nenhuma das minhas posições e o presidente não vai renunciar às dele. Mas espero que tenhamos uma relação em termos respeitosos e não em uma lógica de confrontos eternos.
Como avalia as primeiras medidas do presidente Bolsonaro?
Esses primeiros dias já mostram um traço muito preocupante do presidente e de seus ministros que é o de criar conflitos, como se fosse um amor pela guerra. Isso é ruim, pode criar uma espiral negativa que contamina o ambiente político. Por exemplo, o presidente atendeu ao pedido do Ceará de envio Força Nacional, mas fez criando conflito. Criticou o governador [Camilo Santana, do PT], dizendo que ele é radical. Achei muito estranho, esquisito. Ele trata o envio da Força Nacional como se fosse um favor. Não é um favor, é um dever, uma obrigação. São os estados que mantêm a Força Nacional.
Como vê as declarações do presidente de combater o socialismo e o comunismo?
Ninguém é obrigado a concordar com a ideologia alheia, mas tem que conviver. A Constituição garante o pluralismo político. Não cabe a nenhum ator político fazer expurgos e eliminar os diferentes. Fico em dúvida se o governo tem uma concepção ideológica de eliminar os adversários ou se isso é uma mera distração. Na ausência de uma agenda mais substantiva, com início, meio e fim, se recorre a esses expedientes como discutir cor de roupa ou demitir funcionário porque escreveu ‘Marielle vive’. O Brasil não está acostumado a ver isso em um governo. Espero que seja uma coisa de início e que depois ele mude.
O governo do Maranhão publicou um decreto do Escola sem Censura, uma espécie de contraponto ao Escola sem Partido. Vê eficácia em medidas como esta?
O nosso decreto é para dar segurança jurídica. É simplesmente o cumprimento da Constituição, que prevê a liberdade de cátedra. Já o Escola sem Partido é o nome fantasia para escola com censura, escola que quer constranger professores e estudantes a se enquadrarem em um manual ditado de cima para baixo. É retroceder 300 anos e voltar para o período pré-iluminista.
Como vê o futuro da esquerda no Brasil, agora na oposição?
A união é um valor necessário. E temos que ir ao ponto substantivo: ter uma posição firme em defesa dos direitos dos mais pobres. Defender os direitos dos trabalhadores, índios, mulheres, crianças, todos que estão no alvo de políticas do novo governo. A gente não cair num desejo aparente de certas figuras do governo de ficar batendo boca pura e simplesmente.
O senhor fala em união, mas o PC do B ensaia um bloco parlamentar com PSB e PDT, mas sem o PT. Não é um contrassenso?
Este bloco não é uma novidade. Já o fizemos em 2007, quando eu era deputado federal, e funcionou muito bem. Isso não elimina o diálogo, já que não será um bloco contra o PT. Ninguém do nosso campo pode ser contra o maior partido da oposição e o maior líder popular da história desse país. Mas temos a nossa identidade, nossas nuances, nossa história e é normal que neste período nós reforçarmos isso. Não significa hostilizar o outro.
Antes da eleição, em maio, o senhor defendeu Ciro Gomes como candidato das esquerdas em um cenário sem Lula. Olhando para trás, acha que foi um erro apostar em Fernando Haddad?
Naquele momento [maio de 2018] defendi o Ciro, mas poderia ser o Haddad. O que lamento mesmo foi não ter sido feita uma união mais ampla já no primeiro turno. O resultado mostrou que, com uma união mais ampla no primeiro turno, chegaríamos ao segundo turno em um patamar maior. Haddad cresceu quando houve essa união, uma articulação ampla com professores, intelectuais, sindicalistas. A sociedade se uniu.
Há um candidato natural para 2022?
É muito cedo para discutir isso. Temos que saber qual o futuro de Lula, como Ciro vai se comportar, se Haddad vai manter a liderança que conquistou com a eleição. Vamos esperar o curso do processo político. Tenho certeza que sentimento da sociedade será transformado. O governo que assumiu, infelizmente, vai cometer muitos erros.
Reunião de Osmar Filho (Presidente da Câmara Municipal de São Luis) e Maurício Itapary (Superintendente regional do Iphan)/Foto: Reprodução
O vereador Osmar Filho (PDT), Presidente da Câmara Municipal de São Luís, segue cumprindo agenda intensa mesmo o parlamento municipal em recesso. Nesta segunda-feira (7), ele se reuniu com o superintendente regional do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Maurício Itapary.
O objetivo da agenda entre os dois foi estreitar relações e estabelecer parceria em busca da valorização, reestruturação e conservação do patrimônio histórico da cidade. Osmar Filho se comprometeu em buscar apoio junto à Bancada Maranhense em Brasília para conseguir recursos com este fim.
Também foi trado o projeto de revitalização do atual prédio da Câmara Municipal e o da nova sede, cujo projeto é do IPHAN e deverá ser na antiga Fábrica São Luís, no bairro da Madre Deus.
“No fim deste ano a Câmara completa 400 anos. Então, seria de suma importância poder entregar para a população de São Luís este complexo, para que esta possa participar dos grandes debates que envolvem a cidade e usufruir deste espaço”, ressaltou presidente.
O presidente da Câmara Municipal também parabenizou o Iphan pela entrega no final do ano passado, o Complexo Deodoro.
“Recentemente acompanhamos a entrega do Complexo Deodoro e de parte da Rua Grande, obras que, realizadas em parceria com a Prefeitura de São Luís, deram nova vida à cidade”, observou Osmar Filho.
Deputados maranhenses reunidos com Rodrigo Maia (Presidente da Câmara dos Deputados)/Foto: Reprodução
Parte da bancada maranhense em Brasília se reuniu nesta segunda-feira (7), com o deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), candidato à reeleição para Presidência da Câmara Federal.
Participaram os deputados federais reeleitos Juscelino Resende(DEM) e Rubens Pereira Jr.(PCdoB), e o senador eleito Weverton Rocha(PDT), além dos eleitos para o primeiro mandato Marcio Jerry (PCdoB), Bira do Pindaré (PSB), Pedro Lucas Fernandes, Eduardo Braid (PNM) e Edilazio Júnior (PSD).
O almoço que reuniu os parlamentares com o Presidente da Câmara, Rodrigo Maia, teve como prato principal a eleição da Mesa Diretora da Câmara dos Deputados. O deputado eleito Marcio Jerry definiu nas redes sócias a reunião como ótima.
“Participei hoje de almoço oferecido pelo presidente estadual do DEM, deputado Juscelino Filho, ao presidente da Câmara dos Deputados e candidato à reeleição, Rodrigo Maia. Uma ótima conversa sobre a eleição da Mesa da Câmara.”, Marcio Jerry.
Os deputados eleitos para a 56ª legislatura da Câmara dos Deputados serão empossados no dia 1º de fevereiro de 2019, sexta-feira, às 10h, em sessão no Plenário Ulysses Guimarães. A eleição para Mesa Diretora da Câmara acontece em seguida.
Jovens mortos Joanderson da Silva Diniz, 17 anos; Gustavo Feitosa Monroe, 18 e Gildean Castro Silva, 14 anos/Foto: G1 MA
O policial militar identificado como Hamilton Cairos Linhares, lotado no COI (Centro de Operações Especias da PM), foi preso temporariamente nesta segunda-feira (7), por suspeita de envolvimento na morte dos três jovens na comunidade Mato Groso/Coquilho, zona rural de São Luís. Ele está recolhido no Comando Geral da PM, no Calhau.
O caso está sendo investigado pela Superintendência de Homicídios e Proteção a Pessoa (SHPP). Além de Hamilton Caires preso temporariamente por 30 dias, outros quatro PMs e um Agente Penitenciário estão sendo investigados por suspeitas no triplo homicídio. De acordo com as investigações, os jovens teriam ainda sido perseguidos dentro da área de construção das casas do Programa Minha Casa Minha Vida.
O crime aconteceu na última quinta-feira (3), e teve como vítimas Joanderson da Silva Diniz, 17 anos; Gustavo Feitosa Monroe, 18 e Gildean Castro Silva, 14 anos. Segundo a polícia os crimes tem fortes indícios de execução e os jovens também teriam sido torturados.
O Secretário de Segurança Pública, Jefferson Portela, esteve no último sábado (5), reunido com moradores das comunidades Mato Grosso e Coquilho, onde ouviu os reclames sobre o crime e informou sobre o andamento das investigações.
De acordo com a policia, testemunhas informaram que o policial Hamilton Linhares, seria muito conhecido na área e teria sido visto circulando na região no dia do crime. Com base em vários depoimento a polícia pediu ainda no domingo (6), a prisão temporária do militar.
MA-315, no trecho Barreirinhas a Paulino Neves, será a primeira ecorodovia do Maranhão
A MA-315, no trecho que liga Barreirinhas a Paulino Neves, está sendo concluída. Nos espaços habitados, a pavimentação é por bloqueteamento e nos quilômetros restantes em TSD, técnica que garante mais segurança e aderência à rodovia, principalmente no período chuvoso.
A obra, orçada em mais de R$ 9 milhões, está sendo realizada por meio de parceria entre o Governo do Estado e uma empresa de energia eólica. O trecho rodoviário tem 38 quilômetros dos quais 10 receberam bloqueteamento. Além da pavimentação completa, a MA-315 também terá sinalização horizontal e vertical.
A obra, na região dos Lençóis Maranhenses é mais uma medida que ajudará incentivar e desenvolver o turismo no estado. Os investimento na Rota das Emoções tem sido permanente. Já foi construída a ponte sobre o Rio Novo em Paulino Neves e, agora, a conclusão da pavimentação dessa rodovia que liga Barreirinhas a Paulino Neves, fora os investimentos em segurança e turismo.
Os investimentos na região contribuirão para integração regional na Rota das Emoções nos estados do Maranhão, Piauí e Ceará, atraindo turistas dessas regiões. O Maranhão, ano passado, teve um dos maiores crescimentos do PIB e essas ações contribuem para que isso seja possível.
O espaço rodoviário ligando Paulino Neves a Barreirinhas abre uma nova possibilidade de acesso na área da Rota das Emoções e diminui o trajeto entre Jericoacoara, no Ceará, e os Lençóis Maranhenses. Além da rodovia, o Governo do Maranhão também construiu uma nova ponte, que tem 140 metros de extensão e 12 metros de largura sobre o Rio Novo, na cidade de Paulino Neves. A ponte tem duas pistas, ciclovia e área protegida para pedestres.
O Maranhão tem com o maior número de cidades participantes na Rota das Emoções, com 14 municípios: Araioses, Barreirinhas, Paulino Neves, Santo Amaro, Tutóia, e, neste novo ciclo, a inclusão do município de Água Doce do Maranhão.
Há dois anos à frente do município de São Luis Gonzaga do Maranhão, o prefeito Francisco Pedreira Martins Junior, o ‘Dr. Junior’, utilizou no sábado (5), uma forma interessante mesmo não sendo inédita, para fazer uma especie de prestação de contas dos dois primeiros anos da sua gestão, e também se defender das críticas da oposição à sua administração.
A ideia e eficacia na utilização de vídeos para este fim não é novidade como destacamos acima, mas é oportuno e barato considerando a força da comunicação objetiva e online através das redes sociais, com forte utilização e influência política atualmente no país.
É aguardar a receptividade e resultado da iniciativa do prefeito junto à população gonzaguense. Mas é preciso reconhecer a positividade da ideia, que também serve para o gestor dizer aos adversários que se defenderá com trabalho.
O vídeo é uma espécie de analogia com a máxima popular “uma imagem vale mais que mil palavras”, e nele há registro de muitas ações concretas. Se foram ou são, suficientes para reconhecimento da população, isso caberá a cada um.
Água morro acima O ex-presidente Lula disse estar preocupado com os rumos da oposição durante a gestão de Jair Bolsonaro. Ele falou sobre o assunto na conversa que teve com a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, e com a ex-presidente Dilma Rousseff, quinta-feira (3), na carceragem da PF.
Sinal fechado para nós Segundo relatos, o petista fez a avaliação de que, diferentemente de todos os outros desde a redemocratização, Bolsonaro não foi eleito para governar, mas sim para destruir adversários políticos, em especial o PT e seu legado.
Vai tu mesmo Às duas aliadas, Lula também disse acreditar que Bolsonaro vai endurecer o discurso de combate à corrupção na política e de criminalização da esquerda para “preencher o vazio” de sua gestão, caso não consiga avançar na pauta econômica nos primeiros meses.