Osmar Filho confirma pré-candidatura, e diz que manifestações foi alerta para Bolsonaro

 

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Vereador Osmar Filho (PDT), Presidente da Câmara Municipal de São Luís/Foto: Reprodução

O vereador, Osmar Filho (PDT), em entrevista nesta segunda-feira (27), ao Programa Ponto e Virgula da Difusora FM, fez um balanço dos 120 dias à frente da Câmara Municipal de São Luís, também falou sobre as manifestações pró-Bolsonaro e a eleição para Prefeitura da capital em 2020.

Sobre as manifestações de ontem domingo (26), o presidente da Câmara considerou que serviram como alerta para o governo federal.

“O interesse da população não foi favorável como esperava o governo federal. O presidente Bolsonaro precisa rever suas posições e o modo de fazer política. Não gosto e não faço politica do quanto pior melhor, mas se não houver mudança de postura do governo federal em relação a classe política e a sociedade com mais diálogo, as mudanças que busca não avançarão”, avaliou Osmar Filho.

Indagado ainda sobre a sucessão em 2020 para Prefeitura de São Luís e sua pré-candidatura, Osmar Filho, confirmou interesse e que está se empenhando para se viabilizar ao pleito.

“É um debate que está posto, estamos trabalhando dentro do nosso grupo para construirmos as condições, mas depende de muito debate com a sociedade e classe política para definirmos o melhor caminho para São Luís”, disse Osmar Filho.

Manifestações pró-Bolsonaro…

 

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Jair Bolsonaro neste domingo (26), saberá como está ainda sua capacidade de mobilização e apoio do seu eleitorado e aliados. O próprio presidente chegou convocar as pessoas para participarem, mesmo com posição contrária de alguns membros do governo.

Jair Bolsonaro também disse que participaria, mas desistiu e ainda pediu que ninguém da sua equipe participasse.

“Ninguém é obrigado a continuar como ministro meu..”. E aí Paulo Guedes??

 

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Paulo Guedes e Jair Bolsonaro/Foto Reprodução

O todo poderoso ministro da Economia, Paulo Guedes, o ‘Posto Ipiranga’ do presidente Jair Bolsonaro, parece não desfrutar mais dessa condição. Após sua declaração publicada na revista Veja, que pegará um avião e vai embora se a Reforma da Previdência for transformada em ‘reforminha’, teve que engolir uma resposta no minimo intrigante.

“Ninguém é obrigado a continuar como ministro meu. Logicamente, ele está vendo uma catástrofe. E é verdade, concordo com ele se nós não aprovarmos uma reforma muito próxima da que nós enviamos para o parlamento..”, disse Bolsonaro em solo nordestino nesta sexta-feira (24).

Guedes sai do governo se Reforma não for aprovada do jeito que ele quer

 

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Paulo Guedes, ministro da Economia/Foto: Reprodução

O Globo – O ministro da Economia Paulo Guedes afirmou que irá renunciar ao cargo se a reforma da Previdência pretendida pelo governo virar uma “reforminha”, alertando que o Brasil pode quebrar já em 2020, de acordo com entrevista publicada no site da revista Veja nesta sexta-feira.

— Pego um avião e vou morar lá fora. Já tenho idade para me aposentar — disse ele, segundo a reportagem. — Se não fizermos a reforma, o Brasil pega fogo. Vai ser o caos no setor público, tanto no governo federal como nos Estados e municípios.

Mais uma vez, Guedes deu a entender que não fará esforços para manter seu cargo como ministro da Economia do governo Jair Bolsonaro:

— Eu não sou irresponsável. Eu não sou inconsequente. Ah, não aprovou a reforma, vou embora no dia seguinte. Não existe isso. Agora, posso perfeitamente dizer assim: ‘Olha, já fiz o que tinha de ter sido feito. Não estou com vontade de ficar, vou dar uns meses, justamente para não criar problemas, mas não dá para permanecer no cargo’. Se só eu quero a reforma, vou embora para casa.

De acordo com a publicação, Guedes afirmou que o presidente Jair Bolsonaro está totalmente empenhado em aprovar a reforma nos moldes em que o projeto foi enviado pelo governo ao Congresso, com expectativa de economia de até R$ 1,2 trilhão nos próximos dez anos.

Guedes reconhece que há uma margem de negociação, que pode no máximo ir a R$ 800 bilhões, e destacou ainda que a reforma previdenciária não está sendo apresentada apenas para equilibrar as contas públicas, mas que também se propõe a corrigir enormes desigualdades, de acordo com a revista.

O café da manhã do Presidente com Deputados e Senadores do Nordeste

 

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Foto: Reprodução

O Palácio do Planalto ofereceu ontem, quarta-feira (22), um café da manhã para as bancadas dos deputados e senadores do Nordeste. O objetivo foi aproximar e melhorar a relação do presidente com os representantes dos nove estados do nordeste, antes da primeira agenda presidencial na região amanhã, sexta-feira (24).

O presidente Jair Bolsonaro falou da pauta que cumprirá  na sua no Nordeste, onde em recente pesquisa o governo Bolsonaro foi avaliado por 40% da população, como ruim ou péssimo.

De acordo com o blog marrapá, dos 18 deputados da bancada maranhense apenas quatro compareceram ao chamado do Palácio do Planalto e do presidente Bolsonaro: Aluízio Mendes (Podemos), Edilázio Junior (PSD), Hildo Rocha (MDB) e Pastor Gildenemyr (PMN).

Mas, pela quantidade de parlamentares que faltaram ao encontro, o governo terá que ser mais convincente em relação às demandas de interesse do Nordeste.

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Foto: Reprodução

Para Flávio Dino manifestações de domingo podem dar ‘errado’ mesmo dando ‘certo’

 

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Governador do Maranhão Flávio Dino/Foto: Reprodução

Em matéria pública no site Uol nesta quinta-feira (23), o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), alerta para possibilidade das manifestações de domingo (26), agravarem ainda mais a capacidade do governo Bolsonaro conduzir o país.

Não foi em razão do conselho de Flávio Dino, mas o presidente Jair Bolsonaro que chegou a dizer que poderia participaria das manifestações, após até convocar seus aliados e eleitores, ele avaliou melhor e resolveu desistir e ainda aconselhou seus ministros fazerem o mesmo.

Para Dino, as manifestações darão ‘errado’ mesmo dando ‘certo’.

“Essa manifestação tem tudo para da errado, mesmo se der certo. De duas uma: ou serão pequenas.., aí politicamente é muito ruim.., ou haverá manifestações importantes, mas com uma pauta contra o Congresso, contra o STF. Portanto, é uma pauta que pode ser entendida como violadora de deveres constitucionais, já que foi o próprio presidente quem convocou”, disse Dino.

O governador Flávio Dino estará entre os governadores do Nordeste, que se reunirão amanhã sexta-feira (24), em Pernambuco com Bolsonaro, na primeira viagem presidencial à região do país que foi derrotado nos nove estados.

Márcio Jerry comemora retirada do COAF das mãos de Sérgio Moro

 

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Ministro da Justiça Sérgio Moro/Foto: Reprodução

A Câmara Federal aplicou mais uma derrota fragorosa ao governo Bolsonaro na noite desta quarta-feira (22). Com 228 votos os deputados tiraram o Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) das mãos de Sérgio Moro Ministro da Justiça.

O  deputado federal Marcio Jerry (PCdoMA), nas redes sociais comemorou o resultado da votação e disse que o COAF volta ser um órgão do Estado Brasileiro.

“Aprovamos na Câmara que o COAF não é aparelho de Sérgio Moro, mas sim um órgão do Estado brasileiro. COAF no lugar em que sempre esteve : Ministério da Economia”, disse.

Apenas 210 deputados votaram para o órgão ficar sob controle do ex-juiz da Lava-Jato.  Quatro parlamentares se abstiveram. O resultado faz o Coaf voltar para o Ministério da Economia.

A Medida Provisória precisa passar ainda pelo Senado, mas o resultado mostra que a relação do Governo com o Congresso continua difícil. A saída do Coaf do Ministério da Justiça é uma derrota pessoal de Sérgio Moro.

Tabata Amaral vai processar o ministro da Educação de Bolsonaro

 

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Foto: Reprodução

A deputada Tabata Amaral (PDT-SP), disse nesta quarta-feira (22), diretamente ao ministro da Educação, Abraham Weintraub, que vai processá-lo por danos morais. Segundo a parlamentar, o ministro ao invés de responder seus questionamentos, ele divulgou o número do telefone pessoal dela e tentou constranger sua equipe.

“Cobrei planos e ações do MEC. O ministro respondeu divulgando meu telefone pessoal e tentando manchar a minha imagem e a da minha equipe. Usou dos mesmos mecanismos que emprega com os problemas da educação: polemiza e mente. Isso não é atitude de ministro”, disse Tabata Amaral.